A
AGU sustenta que a decisão interfere em uma competência constitucional
exclusiva do presidente da República: a escolha, manutenção ou substituição de
integrantes da cúpula da Polícia Federal.
O
pedido foi apresentado após Mendonça levar o caso à Segunda Turma do STF, que
formou maioria para validar o afastamento. Para a AGU, porém, a medida teria
sido tomada de forma prematura e sem observância do chamado juízo natural.
Na
manifestação encaminhada ao Supremo, o governo argumenta que o afastamento
produz efeitos diretos sobre a estrutura e o comando de um órgão da
Administração Pública Federal, limitando temporariamente a prerrogativa
presidencial de definir sua direção.
Com a intimação de Fachin, Mendonça terá agora 72 horas para apresentar sua manifestação. O posicionamento poderá influenciar os próximos passos do processo e a discussão sobre os limites entre as decisões judiciais e as competências constitucionais do chefe do Executivo na condução da Polícia Federal.
👉 Acompanhe mais notícias
e curta nossas redes sociais:


Nenhum comentário:
Postar um comentário