Considerado
um dos principais articuladores do PSB em Pernambuco, Ferraz passou a ser alvo
da Operação Check-in, conduzida pela Polícia Federal, que apura um suposto
esquema de pagamento de propina envolvendo contratos de empresas terceirizadas
com a Prefeitura do Recife.
A
ordem de prisão foi expedida pela 13ª Vara Federal do Recife, sob decisão do
magistrado César Arthur Cavalcanti de Carvalho.
Segundo
as investigações, Ferraz é suspeito de ter recebido valores indevidos da Pernambuco
Conservadora, empresa de terceirização contratada pelo município em 2020,
período em que ele ocupava o cargo de secretário na gestão Geraldo Julio.
As
apurações tiveram origem em elementos obtidos durante a Operação Firenze,
deflagrada pela Polícia Federal há cerca de um ano para investigar um grupo
formado por três empresas terceirizadas.
Entre
os materiais apreendidos, investigadores encontraram canhotos de cheques que
teriam sido utilizados para identificar supostos pagamentos de propina ao então
secretário municipal. Esses elementos passaram a integrar o conjunto de provas
analisado na Operação Check-in.
O
caso agora avança para uma nova etapa com a ordem de prisão contra o
ex-secretário, aprofundando as investigações sobre possíveis irregularidades em
contratos públicos e o eventual envolvimento de agentes políticos e
empresariais no esquema.
As acusações ainda estão sob investigação e dependem do devido processo legal e de decisão judicial definitiva.
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