Cury
classificou como “insana” a divisão política no país e afirmou que o Brasil não
pertence às famílias Bolsonaro ou Lula da Silva. Segundo o candidato, é
necessário superar a lógica de confronto e construir uma alternativa política
capaz de dialogar com diferentes setores da sociedade.
Durante
a agenda, Cury também comemorou o desempenho atribuído a ele em uma pesquisa
Atlas/Focus divulgada na sexta-feira (4). Segundo o candidato, sua intenção de
voto no Ceará teria passado de 0,2% em junho para 12,3% no levantamento mais
recente.
Os
dados citados são referentes à pesquisa realizada entre 28 de agosto e 2 de
setembro, registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07411/2026.
Cury agradeceu o apoio recebido no Nordeste e em outras regiões do país.
“O Brasil tem cura e merece ser pacificado”, afirmou durante a carreata.
Em
publicação nas redes sociais, o candidato destacou o resultado no Ceará como um
sinal de crescimento de uma alternativa fora da polarização tradicional. Para
Cury, o avanço representa uma demonstração de que parte do eleitorado busca
novos caminhos para o país.
O
candidato também reforçou o discurso de diálogo entre diferentes segmentos
religiosos. Durante o ato, citou evangélicos, católicos, espíritas, budistas,
islamitas e ateus, defendendo que sua eventual gestão seja voltada para todos
os brasileiros.
Ao
falar sobre sua trajetória pessoal, Cury afirmou que já foi ateu e relatou que
mudou sua visão após estudar a figura de Cristo. “Ele foi o maior pacificador
da história”, declarou.
Com a “carreata da pacificação”, Augusto Cury tenta consolidar uma imagem de candidato contrário à polarização e apresentar sua candidatura como uma alternativa centrada no diálogo, na união nacional e na apresentação de projetos para o país.
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