A ação concentra
atendimentos em unidades de referência no estado, como o Instituto de Medicina
Integral Professor Fernando Figueira (Imip) e a Irmandade da Santa Casa de
Misericórdia do Recife, na capital, além do Hospital Belarmino Correia, em
Goiana, na Zona da Mata Norte.
O mutirão contempla
pacientes que já estavam na fila de regulação e garante atendimento completo,
com acompanhamento pré-operatório, realização do procedimento cirúrgico e
suporte pós-operatório, ampliando a resolutividade do sistema.
Entre as especialidades
atendidas estão cirurgias pediátricas, catarata, procedimentos de cabeça e
pescoço e cirurgias do sistema digestivo, áreas historicamente com maior
demanda reprimida.
Segundo o Ministério da
Saúde, a estratégia envolve a contratação de equipes, insumos e equipamentos,
além da reativação de salas cirúrgicas ociosas em unidades públicas e da
utilização da rede privada por meio de um modelo de compensação via créditos financeiros
para abatimento de tributos federais.
“Estamos mobilizando
toda a capacidade instalada do país, com hospitais públicos, filantrópicos e
privados trabalhando juntos para ampliar o atendimento especializado. Onde
faltava profissionais e equipamentos, nós estamos levando”,
afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
A iniciativa em Pernambuco faz parte de uma ação nacional que alcança outros 19 estados, com a participação de 46 unidades de saúde e a previsão de cerca de 16 mil procedimentos especializados em todo o país.
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