A reunião, que gerava
expectativa no meio político local, contou com a presença de apenas cinco
vereadores: o presidente da Casa, Luciano Pacheco (MDB), além de Sg. Brito (PSB),
João Marcos (MDB), João Taxista (PSB) e Heriberto do Sacolão (Pode). Com o
número insuficiente de parlamentares em plenário, a sessão foi automaticamente
inviabilizada.
"Quem não deve,
não teme. Esperávamos que os vereadores pudessem comparecer para que fizéssemos
a sessão da Casa", afirmou o presidente após o
cancelamento da sessão.
Os requerimentos que
deixaram de ser apreciados haviam sido protocolados na última sexta-feira (8)
pelo próprio presidente da Câmara. As propostas visam instaurar processos de
cassação contra outros vereadores, ampliando o cenário de tensão política no Legislativo
municipal.
O movimento ocorre em meio a
um contexto delicado, já que o próprio Luciano Pacheco responde a um processo
de cassação por quebra de decoro parlamentar. O caso já está sob análise de uma
comissão processante composta pelos vereadores Sg. Brito (presidente), João
Marcos (relator) e Heriberto do Sacolão (membro).
Apesar da expectativa gerada
em torno da sessão — inclusive com a instalação de um telão na área externa da
Câmara, sugerindo previsão de maior público — o plenário não registrou grande
presença popular no momento de abertura dos trabalhos.
Com a suspensão da sessão,
os requerimentos deverão ser reapresentados em uma nova oportunidade, quando
houver quórum regimental, provavelmente na próxima sessão ordinária, dia 18 de maio. O cenário indica que os próximos encontros da Câmara
tendem a manter o clima de instabilidade política, com possíveis desdobramentos
tanto nos processos já em andamento quanto em novas iniciativas.
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