Primeira
mulher a presidir a Sociedade Rural Brasileira, Teka passou a ser considerada
como possível candidata a vice-governadora após sua recente filiação ao Partido
Democrático Trabalhista (PDT), legenda que integra a base de alianças do PT. A
avaliação interna é de que seu perfil pode contribuir para equilibrar a chapa,
sobretudo junto a setores mais conservadores e ao eleitorado do interior
paulista.
Integrantes
da articulação política admitem que a estratégia passa por repetir uma fórmula
já utilizada em disputas nacionais: agregar um nome com trânsito fora do campo
progressista. “Precisamos achar um Alckmin para Haddad”, afirmou, sob reserva,
um membro da equipe envolvida nas discussões.
Com
formação em sociologia e forte atuação no agronegócio — atividade mantida por
sua família há décadas — Teresa Vendramini também já esteve à frente da
Federação das Associações Rurais do Mercosul, ampliando sua influência no setor
produtivo.
Apesar
da repercussão de seu nome nos bastidores, a própria pecuarista sinalizou que
não pretende disputar cargos eletivos neste momento. Em nota divulgada por sua
assessoria, afirmou que seu foco está na contribuição técnica. “Seu objetivo é
contribuir no campo técnico, priorizando pautas que tragam avanços para o
produtor rural, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do campo”, diz
o comunicado.
Enquanto
isso, dentro do PDT, a cúpula estadual avalia outras possibilidades de
participação na chapa majoritária, incluindo o nome do sindicalista Antônio
Neto. Uma das alternativas em análise envolve a composição de candidaturas ao
Senado, como a da ex-ministra Simone Tebet.
O
cenário ainda está em construção e deve sofrer alterações até o período das
convenções partidárias, quando as alianças serão oficialmente definidas.
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