Entre
os destaques está o cantor João Gomes, que terá um cachê de R$ 750 mil para se
apresentar no evento. O valor foi oficializado por meio de inexigibilidade de
licitação, conforme processo conduzido pela Fundação de Cultura de Caruaru.
Outro
nome confirmado é Henry Freitas, com cachê de R$ 600 mil, além da cantora Walkyria
Santos, que receberá R$ 250 mil.
Os
números chamam atenção especialmente após a Associação Municipalista de
Pernambuco aprovar um teto de R$ 350 mil para contratação de artistas em
eventos públicos em 2026. A medida busca incentivar maior equilíbrio nas
despesas municipais, sobretudo em períodos de grandes festas.
Paralelamente,
o Ministério Público de Pernambuco também emitiu recomendação para que os
valores pagos sigam a média de cachês praticados em 2025, corrigidos pela
inflação. O órgão ainda orienta que contratações acima de R$ 600 mil sejam
acompanhadas de justificativas detalhadas e comprovação de compatibilidade com
o mercado.
No
caso de João Gomes, cujo cachê ultrapassa esse patamar, a exigência por maior
transparência e fundamentação ganha ainda mais relevância no debate público.
Apesar
das recomendações, a legislação permite a contratação por inexigibilidade
quando há inviabilidade de competição, prática comum na contratação de artistas
consagrados para grandes eventos.
O tema deve continuar gerando discussões entre gestores, órgãos de controle e a população, especialmente diante da necessidade de equilibrar investimentos culturais com responsabilidade fiscal.
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