A
confirmação oficial foi divulgada na noite desta segunda-feira (27) pelo Ministério
das Relações Exteriores do Brasil, que acompanha o caso por meio da embaixada
brasileira no país. Segundo a nota, o pai da criança, de nacionalidade
libanesa, também morreu durante o bombardeio. Um outro filho do casal, que
possui cidadania brasileira, foi socorrido e permanece hospitalizado.
De
acordo com o governo brasileiro, o ataque ocorreu em um contexto de fragilidade
do cessar-fogo anunciado em 16 de abril, que vem sendo descumprido por
diferentes forças envolvidas no conflito. A diplomacia brasileira classificou o
episódio como mais uma grave violação dos acordos vigentes e ressaltou o
impacto humanitário da continuidade dos confrontos.
A
Embaixada do Brasil em Beirute mantém contato direto com os familiares das
vítimas, prestando assistência consular e acompanhando o estado de saúde do
sobrevivente hospitalizado.
Em
posicionamento oficial, o Brasil manifestou solidariedade às famílias atingidas
e reforçou sua condenação aos ataques realizados durante a vigência do
cessar-fogo, mencionando tanto ações atribuídas às forças israelenses quanto ao
grupo Hezbollah.
O
documento também chama atenção para a destruição de estruturas civis na região
sul do Líbano e destaca que os episódios recentes já resultaram na morte de
dezenas de civis, incluindo mulheres, crianças e integrantes de missões
internacionais.
O
governo brasileiro reiterou ainda a necessidade do cumprimento integral das
resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas, especialmente aquelas
que estabelecem as condições do cessar-fogo desde 2006, incluindo a retirada de
forças militares estrangeiras do território libanês.
A tragédia reacende o alerta global sobre os riscos da intensificação dos conflitos na região e reforça a urgência de soluções diplomáticas para conter a violência e preservar vidas civis.
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