A
autorização foi concedida após solicitação apresentada pela defesa do
ex-presidente ao magistrado do Supremo Tribunal Federal. No pedido, os
advogados indicaram duas possibilidades de datas para a visita: a próxima
segunda-feira (16), no período da manhã, ou a terça-feira (17), quando o
assessor norte-americano estará em missão oficial no Brasil.
Na
decisão, Moraes também permitiu a entrada de um tradutor para acompanhar o
encontro, considerando que Bolsonaro não domina a língua inglesa. A medida
busca garantir que a comunicação entre o ex-presidente e o representante
estrangeiro ocorra sem barreiras linguísticas durante a conversa.
Bolsonaro
cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão após condenação na ação penal que
investigou a chamada trama golpista. Atualmente, ele está custodiado no 19º
Batalhão da Polícia Militar, instalado dentro do Complexo Penitenciário da
Papuda, em Brasília.
O
espaço onde o ex-presidente está detido é conhecido como “Papudinha”, área
destinada a presos considerados especiais, como policiais, advogados e
integrantes do sistema de Justiça, oferecendo estrutura separada do restante da
população carcerária.
A
eventual visita de um integrante do governo norte-americano a Bolsonaro ocorre
em meio ao acompanhamento internacional de desdobramentos políticos e judiciais
envolvendo o ex-presidente brasileiro. O encontro, caso confirmado, deverá
ocorrer dentro das normas de segurança e controle previstas para visitas
institucionais no sistema prisional do Distrito Federal.
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