A
mudança, embora apresentada como parte da dinâmica administrativa, também
repercute no ambiente político da capital. Com o retorno de Marco Aurélio ao
Legislativo, o vereador Osmar Ricardo (PT), presidente do diretório municipal
do partido, volta à condição de suplente.
Nos
bastidores, a troca é interpretada como um gesto político após Osmar ter votado
favoravelmente à abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI)
relacionada à gestão municipal — movimento que gerou ruídos na base aliada.
Ao
anunciar a saída, João Campos fez questão de destacar o trabalho desenvolvido
por Marco Aurélio Filho à frente da secretaria.
“Marco Aurélio Filho deixa a secretaria após uma
contribuição importante, marcada pelo diálogo, sensibilidade e compromisso
social. Agradeço pelo trabalho realizado e tenho certeza de que seguiremos
alinhados, agora também na Câmara, na defesa das pautas que fazem o Recife
avançar com mais justiça e oportunidades para todos”, escreveu o prefeito nas redes
sociais.
Para
substituir o titular, o prefeito optou por um nome técnico da própria estrutura
da pasta. Diogo Stanley é servidor de carreira da Assistência Social e já
atuava como secretário executivo, o que, segundo a gestão, assegura
continuidade às políticas públicas em andamento.
Ao
assumir oficialmente o comando, Stanley reforçou o compromisso com a agenda da
secretaria.
“Recebo essa missão com responsabilidade e vamos seguir
fortalecendo as políticas públicas da secretaria, ampliando o diálogo e
garantindo a promoção dos direitos humanos no Recife”, declarou.
Marco
Aurélio Filho, por sua vez, agradeceu a oportunidade de integrar o secretariado
municipal e afirmou que seguirá alinhado ao projeto político do prefeito.
“Foi uma honra contribuir com essa política pública tão
importante para a cidade. Retorno à Câmara com o compromisso de seguir
colaborando e estarei sempre à disposição para ajudar no que for necessário.
Sou um soldado de um time que se acostumou a fazer mais e diferente”, afirmou.
A movimentação redesenha temporariamente o equilíbrio político na Câmara do Recife e sinaliza que, além da gestão administrativa, a articulação política segue sendo peça-chave na condução do governo municipal.
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