De
acordo com informações divulgadas pela ABC News, investidas foram registradas
na madrugada desta segunda-feira (9), no horário local, atingindo ou ameaçando
diferentes territórios do Golfo. As ações ocorreram apenas horas após Teerã
confirmar Mojtaba Khamenei, de 56 anos, como novo líder supremo do país.
Autoridades
de diversos países relataram tentativas de interceptação de mísseis e drones
que teriam sido lançados durante a ofensiva.
O
Ministério da Defesa do Catar informou que as forças armadas do país
conseguiram interceptar um ataque com mísseis antes que ele atingisse áreas
sensíveis. Já a defesa aérea da Arábia Saudita declarou ter destruído dois
drones que seguiam em direção ao Campo de Shaybah, uma importante instalação
petrolífera localizada na região oriental do país.
No
Bahrein, o Ministério do Interior comunicou que sirenes de alerta foram
acionadas em diferentes pontos do território. Em comunicado oficial, as
autoridades pediram que moradores e estrangeiros mantivessem a calma e
buscassem abrigo em locais seguros.
Situação
semelhante foi relatada no Kuwait, onde o Exército afirmou que as defesas
aéreas estavam respondendo a investidas consideradas “hostis”, envolvendo
mísseis e drones.
A
sequência de ataques ocorre em meio a um momento extremamente sensível na
política iraniana. No domingo (8), o país anunciou oficialmente a escolha de Mojtaba
Khamenei como novo líder supremo, cargo de maior autoridade política e
religiosa do regime.
Ele
é filho de Ali Khamenei, que ocupou o posto por décadas e morreu em 28 de
fevereiro após uma série de ofensivas militares contra o Irã conduzidas por Israel
e pelos Estados Unidos, segundo relatos divulgados internacionalmente.
Em
meio à escalada militar, o governo dos Estados Unidos também adotou medidas
preventivas. Autoridades americanas orientaram a retirada de parte do pessoal
diplomático da embaixada norte-americana na Arábia Saudita, numa tentativa de
reduzir riscos diante da possibilidade de novos ataques.
Analistas
internacionais avaliam que os episódios podem representar uma ampliação do
conflito regional, aumentando a instabilidade em uma das áreas mais
estratégicas para a segurança e para o mercado global de energia.
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