A
medida foi confirmada pela Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco, que
informou ter adotado providências administrativas imediatas ao tomar
conhecimento da operação. Em nota oficial, a pasta reforçou o compromisso com
os princípios da legalidade, transparência e responsabilidade, além de destacar
colaboração integral com as autoridades.
A
investigação faz parte da Operação Crivo, deflagrada na quarta-feira (25), que
apura um esquema estruturado de fraude em concurso público do Tribunal de
Contas do Estado. A ação mobilizou mais de 100 policiais civis e resultou no
cumprimento de 15 mandados de busca e apreensão em cidades de Pernambuco e do Rio
Grande do Norte.
De
acordo com as autoridades, o caso teve início após a prisão em flagrante de um
candidato que tentava realizar a prova no lugar de outra pessoa, utilizando o
chamado método de “clone”. A partir desse episódio, os investigadores
identificaram indícios de uma organização criminosa com atuação coordenada,
divisão de funções e possível envolvimento de diversos participantes.
Segundo
a Polícia Civil, o esquema utilizava sósias para substituir candidatos em
provas, comprometendo a lisura do processo seletivo. As apurações seguem em
andamento para identificar todos os envolvidos e a extensão da fraude.
A exoneração do gestor reforça a gravidade das suspeitas e sinaliza a adoção de medidas rápidas por parte do governo estadual diante de possíveis irregularidades na administração pública.
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