A decisão da Justiça
Eleitoral atende a pedido da Federação "Brasil da Esperança", formada
pelo PT/PCDOB/PV. A federação apontou que Moro colocou o nome do suplente de
senador em tamanho e proporção inferior ao exigido pela lei eleitoral.
A sentença, da juíza
auxiliar Melissa de Azevedo Olivas, do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná,
foi dada na noite de quinta-feira (2). Ela determinou, além da busca e apreensão,
a regularização do material sob pena de multa diária de R$ 5.000.
O advogado de Moro, Gustavo
Guedes, disse que os nomes dos suplentes estão de acordo com a lei eleitoral e
que irá recorrer da decisão. A busca se deu na casa de Moro porque é o endereço
indicado no registro da candidatura na Justiça Eleitoral. "Repudia-se a
iniciativa agressiva e o sensacionalismo da diligência requerida pelo PT”,
afirmou.
No Twitter, Moro disse que a
operação de busca e apreensão foi "abusiva". "O crime? Imprimir
santinhos com letras dos nomes dos suplentes supostamente menores do que o
devido", disse. "Nada comparável aos bilhões de reais roubados
durante os governos do PT e do Lula. Não me intimidarão, mas repudio a
tentativa grotesca de me difamar e de intimidar minha família", afirmou o
candidato.
A assessoria da Justiça
Eleitoral do Paraná informou que o processo corre em segredo de justiça e que,
até a última atualização desta reportagem, não havia mais informações sobre o
caso.
A Justiça Eleitoral do
Paraná também autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão no
comitê de Paulo Martins, candidato ao Senado pelo Partido Liberal (PL).
Martins se pronunciou pelas
redes sociais. Ele disse que "a pedido da federação do PT, a Justiça
Eleitoral apreendeu parte do meu material de campanha. A justificativa é que os
nomes dos suplentes não estavam no tamanho correto. Pela mesma razão determinou
a remoção de links. Serão muitas batalhas, mas vamos lutar e vencer",
escreveu.
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