Dezenas
de mototaxistas tomaram as ruas centrais de Arcoverde na manhã desta
terça-feira (31), protestando e cobrando ação por parte da Prefeita Madalena
Britto (PSB) e do presidente da Arcotrans (Autarquia de Trânsito e Transportes
de Arcoverde), Vlademir Cavalcanti. Eles também cobravam dos deputados uma
redução no IPI para aquisição de motos.
O
grupo se concentrou as 10h em frente a Estação Ferroviária de onde seguiram
pela Avenida Cel. Antonio Japiassu, Praça da Bandeira e finalizaram a
manifestação em frente ao prédio da prefeitura de Arcoverde. No local receberam
a informação de que a prefeita só receberia os representantes dos 19 pontos de
mototáxi às 17h e não naquele momento.
Na
pauta de reivindicações dos mototaxistas estavam: uma maior fiscalização sobre
a atuação dos clandestinos que prejudicam a categoria. “Nós pagamos todas as
taxas, impostos, emplacamos com placa vermelha, compramos coletes, somos
multados a toda hora e a prefeitura simplesmente fecha os olhos para os mototaxistas
clandestinos. Assim não dá pra trabalhar”, afirmou um dos manifestantes.
Segundo
eles, além de rodarem em toda a cidade um grupo de mototaxistas clandestinos se
“apossou” do residencial Maria de Fátima Freire e ameaçam o pessoal que é legalizado
de até entrar nas ruas do residencial. “Falta segurança para os mototaxistas,
enquanto os clandestinos deitam e rolam”, afirmou outro manifestante.
Os
mototaxistas legalizados, em número de 300, prometem manter-se mobilizados para
cobrar que as fiscalizações retirem das ruas os clandestinos e cobram que os
que atuam na Boa Esperança e JK atendam a comunidade do Maria de Fátima.
