A
política estadual baixou na Câmara de Vereadores na noite desta terça-feira
(12), durante a sessão ordinária semanal da Casa James Pacheco, quando a
vereadora Luiza Margarida (PMDB) saiu em defesa do deputado federal e “líder”
de honra do PMDB em Pernambuco, Jarbas Vasconcelos.
Durante
sua fala a parlamentar disse que já foi do Partido Progressista, lembrando
quando a legenda lhe foi tomada às vésperas das convenções partidárias de 2016,
e creditou sua expulsão ao deputado estadual Eduíno Brito (PP), reafirmando ser
esse um dos motivos de não votar no provável candidato a deputado estadual
apoiado pela Prefeita Madalena Britto (PSB). Sentimento que ela disse ser
compartilhado pela vereador Everaldo Lira, que também era do PP e teve que ir
às pressas para o PMDB. Ela lembrou que não foi convidada a sair, como disse
Everaldo, mais teve o partido tomado, no caso, pelo deputado Eduíno.
Sobre
o PMDB, Luiza Margarida disse que lamentava a situação do “cacique” como Jarbas
Vasconcelos que “está sendo praticamente expulso do PMDB”. Um dos fundadores do
MDB. Ressaltou sua filiação a legenda, a qual foi lembrada que agora também era
aliada do senador Fernando Bezerra Coelho, o mais novo filiado do PMDB e que
vem provocando um tsunami no partido. Disse continuar ainda apoiado o
governador Paulo Câmara (PSB), apesar do PMDB agora está indo para a oposição.
O
líder do governo, Everaldo Lira, questionou a informação de que Jarbas estaria
saindo do PMDB, o que a vereadora Luiza Margarida voltou atrás e disse que o
parlamentar disse que ficava na legenda e que a entrada de Fernando Bezerra no
partido “era uma questão familiar”.
