A
operação é resultado de uma investigação iniciada em fevereiro de 2025, que
apura a atuação de uma organização criminosa suspeita de envolvimento em peculato
— crime cometido por agentes públicos que se apropriam de recursos em razão do
cargo — e fraudes em processos licitatórios.
As
diligências ocorrem em diversos municípios de Pernambuco, incluindo Buenos
Aires, Chã de Alegria, Igarassu, Timbaúba, Paulista, Cupira, Vitória de Santo
Antão, Recife e Olinda, além de João Pessoa.
O
nome da operação faz referência ao riacho Morojó, que corta o município de
Buenos Aires, na Zona da Mata Norte do estado, uma das localidades onde as
medidas judiciais estão sendo executadas.
A
ofensiva está vinculada à Diretoria Integrada Especializada (DIRESP) e ao Departamento
de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO), com apoio da Diretoria
de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco (DINTEL).
Ao
todo, cerca de 120 policiais civis — entre delegados, agentes e escrivães —
participam da operação, que também conta com o suporte do Corpo de Bombeiros
Militar de Pernambuco e da Rede Nacional de Unidades Especializadas de
Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim).
As investigações seguem em andamento e novas informações devem ser divulgadas pelas autoridades nos próximos dias.
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