Pelo
menos 30 postos de trabalhos foram fechados em Arcoverde durante o mês de
junho, colocando a cidade na contramão do País e do Estado aonde a geração de
empregos foi maior do que as demissões. Foram 144 admissões contra 174
desligamentos, com uma variação negativa de –30 postos de trabalhos que foram
encerrados em pleno mês de junho.
Os
dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta segunda-feira (17) pelo Ministério do Trabalho.
A
queda abrupta no nível de emprego na cidade, bem diferente de maio quando foram
gerados 15 novos postos de trabalho, coloca em xeque a Prefeitura de Arcoverde que
divulgou por meio de notas em blogs e propaganda oficial de que foram injetados
R$ 30 milhões na economia do município com a realização do São João 2017.
O
período junino que passou a ser a segunda melhor data para o comércio de
Arcoverde, com aumento de vendas e geração de postos de trabalhos (segundo a
nota da prefeitura foram mais de 4 mil empregos), não refletiu nos índices
oficiais, pois com tanto dinheiro injetado na economia a geração de empregos
seria muito maior e não negativa como o identificado pelo CAGED.
A
fantasia da prefeitura, que plantou mais notícia fantasiosa, cai por terra
diante dos números oficiais do Ministério do Trabalho. E foi exatamente no
comércio, o termômetro da economia de Arcoverde que ocorreu o maior número de
fechamento de postos de trabalho em pleno período junino com 28 postos de
trabalhos encerrados, seguido da área de serviços com 5 postos de trabalhos
fechados. O setor que gerou mais postos de trabalho (9), foi o da construção
civil.
