Em
tempos de crise, com a inflação batendo na porta e no bolso de todos os
cidadãos, a conta de luz se transformou em um dos grandes vilões nas despesas
dos contribuintes. Não bastasse os Kw consumidos que temos que pagar, a
bandeira vermelha devido ao uso da termoelétricas, o cidadão e cidadã ainda tem
que pagar as famigeradas taxas de iluminação pública. Através de lei, o
município pode arrecadar a CIP dos proprietários de imóveis e consumidores de
energia elétrica, com a finalidade de custear a operação, manutenção, expansão
e o consumo de energia elétrica dos serviços de iluminação pública prestados
pela prefeitura local. A lei municipal estabelece ainda a forma, a classe de
consumo e os valores cobrados dos contribuintes. A população dever procurar ter
conhecimento da lei municipal que regulamenta a cobrança da CIP e conferir se o
seu patamar de consumo está condizente com o valor da CIP destacado na fatura
de energia elétrica mensal. Em Arcoverde, por exemplo, em 2015, a prefeitura
arrecadou de Contribuição de Iluminação Pública a quantia de R$ 1.759.739,31. Em
algumas contas, a taxa chega a R$ 33 mensais. Como diz a lei que criou a
contribuição, esses recursos teriam por finalidade custear a operação,
manutenção, expansão e o consumo de energia elétrica dos serviços de iluminação
pública prestados pela prefeitura local. O que parece não vem ocorrendo de
forma satisfatória na capital do Sertão, a onde praças ficam as escuras,
luminárias permanecem apagadas e locais esperam há anos por luminárias para
clarear os caminhos e ter mais segurança. Como estão sendo aplicados esses recursos
da Contribuição de Iluminação Pública? Alguém sabe? Procure e veja se o que
você está pagando é o que você tem que pagar, porque o serviço está aquém do
que pagamos.
PROIBIDA - A vaquejada, considerada prática esportiva dos
vaqueiros nordestinos está na berlinda e pode ser proibida no país, assim como
foi a “farra do boi” em Santa Catarina. É que o Supremo Tribunal Federal vai analisar
este ano uma lei do Estado do Ceará que tipifica a vaquejada como um esporte.
Lá houve manifestações em contrário e por isso mesmo houve recurso popular
contra a lei. O recurso foi parar no STF. A matéria deve ser analisada ainda no
primeiro semestre deste novo ano.
LIXO –
O lixo hospitalar descartado pelo Hospital Maria Alice Gomes Lafayette, em
Sertânia, está colocando em risco a população e a saúde pública. Segundo denuncia
de um popular, seringas e agulhas estão misturadas ao lixo comum bem o lado do
setor de emergência do hospital, um local de grande circulação de pessoas,
inclusive com imunidade baixa, o que favorece a contaminação. Com a palavra a
prefeitura.
DENGUE
–
Depois dos carros de som de orientação a população desaparecer das ruas de
Arcoverde e serem substituídos pela propaganda da usina de asfalto que não sai
do lugar (aliás, saiu da Praça da Bandeira e voltou para o Arcocenter), o
descaso com o combate ao mosquito da dengue foi demonstrado por um internauta
que filmou dezenas de pneus servindo de foco do mosquito Aedes Aegypti no
aterro sanitário do município. Sem esquecer os buracos de lama e esgoto no JK.
LITERATURA – No próximo dia 17 de janeiro, a cidade de Manari, Sertão
do Moxotó, será palco de uma noitada literária com o lançamento do livro Manari:
História, Tradição e Cultura - que acontecerá no Rancho do Vaqueiro, uma
homenagem a cidade e a Missa do Vaqueiro
Manari. O livro é de autoria do escritor Carlos André Correia.
ESPERA - O vice-presidente do PR de Arcoverde, o empresário
Plabyo Medeiros, pré-candidato a vereador está aguardando uma definição do
radialista Sizenando Siqueira, para composição da chapa do partido, nas
próximas eleições, ao lado do ex-deputado estadual Israel Guerra. Para o presidente
estadual do PR, Deputado Anderson Ferreira, a indicação do radialista
representa sangue novo na política da Terra do Cardeal.
PERGUNTA DO DIA: A onde foi parar a usina de asfalto que enfeitava a
praça da Bandeira e não consegue tapar um buraco nas avenidas de Arcoverde?
