Na
mais recente avaliação do
Ministério da Educação (MEC) de 2.042 instituições de ensino
superior no Brasil, 324 foram consideradas insatisfatórias.
Grande parte são faculdades, 319, ao todo e o CESA, em Arcoverde, ficou entre
elas.
O
Centro de Ensino Superior de Arcoverde e a Escola Superior de Saúde de
Arcoverde tiveram, ao todo, sete cursos avaliados em 2014. O CESA, que avaliou
cinco cursos, teve índice insatisfatório (2) pela classificação do MEC. Já a
ESSA teve uma pontuação de 3 no Índice Geral de Cursos (IGC).
Para
ser “reprovada”, uma instituição precisa ficar abaixo da faixa 3 do IGC (Índice
Geral de Cursos) que vai de 1 a 5 e é o indicador oficial de qualidade do
ensino superior no país.
Notas
1 e 2 são insuficientes e o mau desempenho acarreta em punições por parte do
MEC. Uma das medidas possíveis, por exemplo, é a proibição de novos
vestibulares até que a instituições aponte soluções para melhora do desempenho.
Calculado
anualmente, IGC é feito com base na média ponderada dos Conceitos Preliminares
de Curso (que levam em conta o rendimento dos alunos no ENADE, infraestrutura e
qualidade do corpo docente) e dos conceitos de mestrado e doutorado, ancorados
na avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoa de Nível Superior
(Capes).
O
cálculo do IGC de 2014 considera o CPC dos cursos avaliados no ano do cálculo e
nos dois anos anteriores (2012-2013-2014). Por isso a divulgação refere-se aos
três anos suficientes para que todas as áreas sejam avaliadas.
