O
produtor de som Severino Noberto, conhecido no meio cultural por Bizoga,
denunciou ao Blog do Jamildo que a Fundação do Patrimônio Histórico e
Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e a Prefeitura do Recife (PCR) devem,
juntos, quase R$ 300 mil por eventos realizados entre os meses de março e
junho deste ano.
A
empresa de Bizoga, Bizasom, fornece som e iluminação para eventos particulares
e públicos. No início do ano, a empresa foi contratada pela PCR para o
aniversário do Recife, em março, e o São João no Sítio da Trindade, em junho. O
contrato previa pagamento em 30 dias, mas até novembro, ele não recebeu nada
dos R$ 180 mil devidos pela PCR. “Não recebi um centavo e nem sequer a fundação
de cultura da cidade do Recife fez o empenho”, disse.
Já
a Fundarpe deve R$ 113 mil devido à contratação dos serviços da Bizasom para o
Festival de Inverno de Garanhuns, em julho. “Não sou só eu, tem outras empresas
do mesmo perfil de fornecedores de palco, banheiros químicos, geradores,
camarins. Estão todos no mesmo barco do esquecimento”, criticou.
