Segundo
a defesa da vice-governadora, o processo tem como origem um vídeo publicado
conjuntamente pelos parlamentares nas redes sociais em 13 de julho. Os
advogados afirmam que o material utilizou montagens, edição profissional e
ferramentas de inteligência artificial para apresentar acusações de suposto
direcionamento e desvio de recursos públicos da saúde em benefício de um
hospital ligado ao marido de Priscila.
A
defesa sustenta ainda que o conteúdo ultrapassou os limites da crítica política
e teria sido produzido como uma ação coordenada de desinformação. O vídeo
também utilizaria o termo “Pixcila” associado à imagem da vice-governadora,
numa referência a supostos pagamentos ilícitos e favorecimento privado.
O
caso já havia chegado à Justiça Eleitoral de Pernambuco. Segundo os autos, o
TRE-PE reconheceu a existência de conteúdo manipulado e determinou a retirada
da publicação das redes sociais.
Na queixa-crime, a defesa argumenta que as declarações atingiram Priscila em razão do exercício de sua função pública e ganharam ampla divulgação por meio das redes sociais. Os advogados pedem à Justiça a responsabilização dos envolvidos pelos fatos apresentados no processo.
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