No
pronunciamento, a ex-primeira-dama afirmou que aceitou o desafio de disputar
uma vaga no Senado por acreditar na política como instrumento de transformação
social e de fortalecimento das instituições.
"A política é poderosa e o propósito edifica. Um
mandato político baseado em bons propósitos transforma para melhor a sociedade
e a vida das pessoas. É por isso que aceitei esse desafio. Sou pré-candidata ao
Senado Federal e vou ajudar a edificar a nossa nação, porque governar é
cuidar",
declarou na mensagem.
Durante
o discurso, Michelle também reafirmou seu alinhamento político com o
ex-presidente Jair Bolsonaro e manifestou apoio ao senador Flávio Bolsonaro
(PL), candidato à Presidência da República. A declaração ocorre após recentes
episódios de repercussão envolvendo divergências familiares expostas
publicamente nas redes sociais.
"O meu marido escolheu o Flávio para estar à frente
dessa multidão e nós vamos caminhar juntos para impedir que o mal continue a
castigar o nosso povo",
afirmou.
Presente
à convenção, Flávio Bolsonaro desejou rápida recuperação à madrasta e destacou
a importância de sua participação na campanha eleitoral.
"Quero desejar melhoras à Michelle. Sabemos o quanto
uma crise de enxaqueca pode ser incapacitante. Daqui a pouco ela estará de
volta, firme e forte, para nos ajudar nessa caminhada", disse o senador.
Com
a candidatura homologada, Michelle Bolsonaro utilizará o número 222 nas urnas e
integrará a chapa encabeçada pela governadora Celina Leão (PP), que buscará a
reeleição ao Governo do Distrito Federal.
A entrada da ex-primeira-dama na disputa amplia o protagonismo da família Bolsonaro nas eleições de 2026 e fortalece a estratégia do PL de concentrar lideranças de projeção nacional nas principais disputas eleitorais do país. O partido aposta na popularidade de Michelle entre o eleitorado conservador para ampliar sua representação no Senado Federal.
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