Entre
as propostas estão a criação de um canal direto com os órgãos de segurança
pública, atendimento prioritário em órgãos estaduais e a implantação de um protocolo
específico de proteção para os profissionais.
A
iniciativa reúne quatro projetos apresentados pelos deputados Delegada Gleide
Ângelo (PP) e Luciano Duque (Podemos). Conselheiros tutelares de municípios
como Paulista, Olinda e Caruaru acompanharam a reunião e defenderam medidas
voltadas à proteção da categoria.
Durante
a discussão, também foi lembrado o assassinato do conselheiro tutelar Jerônimo
Júnior, ocorrido em julho, em Itambé, na Mata Norte do Estado.
Relator
da proposta e presidente da CCLJ, o deputado Coronel Alberto Feitosa (PL)
apresentou parecer favorável ao substitutivo e destacou os mecanismos previstos
para ampliar a segurança dos conselheiros.
A
deputada Delegada Gleide Ângelo ressaltou que os profissionais atuam
frequentemente em situações de conflito e risco, defendendo a criação de
mecanismos que garantam sua integridade. Já o deputado Luciano Duque afirmou
que a medida busca fortalecer a atuação dos conselheiros na rede de proteção de
crianças e adolescentes.
A proposta ainda precisa avançar nas demais etapas de tramitação da Alepe antes de ser submetida à votação em plenário.
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