Na comparação anual, o
cenário também mostra avanço. Nos três primeiros meses de 2025, a taxa de
desemprego havia sido registrada em 7%, o que evidencia uma redução consistente
no indicador ao longo dos últimos 12 meses.
De acordo com o IBGE, a
elevação em relação ao trimestre anterior segue um comportamento sazonal típico
do início do ano, período em que há redução de vagas temporárias criadas no fim
do ano anterior, especialmente no comércio e nos serviços.
Outro dado relevante
apontado pela pesquisa é a estabilidade recente do mercado de trabalho. Desde o
trimestre encerrado em maio de 2025, a taxa de desocupação não ultrapassava a
marca de 6%, indicando um cenário de relativa manutenção dos níveis de emprego
no país. No trimestre móvel encerrado em fevereiro de 2026, o índice havia sido
de 5,8%.
O IBGE ressalta que
comparações entre trimestres imediatamente consecutivos devem ser analisadas
com cautela, devido à sobreposição de dados na metodologia da pesquisa. Por
isso, o instituto recomenda avaliações comparativas com períodos mais amplos,
como o mesmo trimestre de anos anteriores.
Os números reforçam uma
tendência de melhora gradual no mercado de trabalho brasileiro, ainda que com
oscilações pontuais ao longo do ano.
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