Segundo interlocutores
ligados ao Palácio do Planalto, a magistrada teria sido procurada após a forte
resistência enfrentada pelo então advogado-geral da União, Jorge Messias, no
Senado Federal.
A movimentação política
ocorre em meio à necessidade do governo federal de redesenhar sua estratégia
para indicações à Suprema Corte depois do desgaste envolvendo o nome de Jorge
Messias, que não teria conseguido reunir apoio suficiente para aprovação em
eventual votação no plenário do Senado.
Indicada pelo presidente
Lula ao Superior Tribunal de Justiça em 2023, Daniela Teixeira chegou à Corte
por meio do quinto constitucional da advocacia, mecanismo reservado a
representantes da advocacia e do Ministério Público.
Antes de assumir o cargo de
ministra, Daniela atuou na advocacia e participou de articulações
institucionais ligadas à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Nos bastidores políticos,
aliados do governo avaliam que a ministra possui um perfil considerado menos
suscetível à resistência parlamentar, principalmente por já ter passado
recentemente pelo processo de sabatina e aprovação no Senado Federal durante sua
indicação ao STJ.
A possível escolha também é
vista por integrantes do governo como uma alternativa para reduzir tensões
políticas em futuras indicações ao Supremo Tribunal Federal, especialmente em
um cenário de maior pressão e articulação da oposição no Congresso Nacional.
Até o momento, não houve manifestação oficial do Palácio do Planalto sobre eventual indicação de Daniela Teixeira para o STF.
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