terça-feira, 5 de maio de 2026

Ataque em escola no Acre deixa duas funcionárias mortas e mobiliza autoridades estaduais

                Um ataque a tiros registrado nesta semana no Colégio Instituto São José, em Rio Branco, Acre, resultou na morte de duas funcionárias da instituição e deixou outras duas pessoas feridas. O autor dos disparos é um adolescente de 13 anos, que foi apreendido e está sob custódia do Estado.

De acordo com informações oficiais do governo do Acre, quatro pessoas foram atingidas pelos tiros. Entre os feridos estão um estudante e uma funcionária, que foram socorridos e encaminhados ao Pronto-Socorro, onde seguem em atendimento.

O adolescente assumiu a autoria do ataque e foi apreendido pelas autoridades junto com a arma utilizada na ação. O responsável legal pelo menor, identificado como proprietário do armamento, também foi detido e deverá responder pelas circunstâncias que permitiram o acesso do jovem ao equipamento.

A Polícia Civil do Acre instaurou procedimento investigativo para apurar a motivação do crime, a dinâmica do ataque e eventuais responsabilidades. Até o momento, não há confirmação oficial sobre o que teria levado o adolescente a cometer o ato.

O caso segue sob análise das autoridades, que buscam reunir elementos que possam esclarecer os fatos e subsidiar as medidas judiciais cabíveis.

O governo estadual informou que todas as providências estão sendo adotadas para dar suporte às vítimas e seus familiares. As pessoas feridas receberam atendimento imediato e continuam sendo acompanhadas por equipes da Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Como medida preventiva, as aulas em toda a rede estadual de ensino foram suspensas por três dias. A decisão integra o protocolo de segurança escolar da Secretaria de Educação e Cultura do Acre, que visa preservar a integridade da comunidade escolar e permitir a reorganização das atividades.

O episódio reacende o debate nacional sobre segurança nas instituições de ensino e o acesso de menores a armas de fogo. Especialistas apontam a necessidade de políticas públicas mais eficazes voltadas à prevenção da violência e ao fortalecimento de mecanismos de proteção no ambiente escolar.

O caso segue sendo acompanhado por autoridades estaduais e deve ter novos desdobramentos nos próximos dias.

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