Segundo
as autoridades, cerca de 1,4 mil mandados judiciais haviam sido expedidos,
envolvendo diferentes tipos de agressão. A maior parte das prisões ocorreu por
descumprimento de medidas protetivas. As diligências começaram ainda na noite
da segunda-feira (29) e se estenderam por diversas regiões paulistas.
A
ofensiva ocorre em meio ao aumento dos casos de feminicídio. Em 2025, a cidade
de São Paulo registrou o maior número desse tipo de crime desde o início da
série histórica, em abril de 2015. Um dos episódios recentes que geraram grande
comoção foi o de uma mulher atropelada e arrastada por mais de um quilômetro na
Marginal Tietê pelo ex-companheiro, vindo a morrer após semanas internada.
Diante
do cenário, o Ministério Público Federal (MPF) instaurou um inquérito para
apurar possível falha do governo estadual na execução de políticas públicas de
enfrentamento à violência contra a mulher, incluindo a redução de recursos
destinados ao setor.
Em entrevista, o secretário da Segurança Pública, Osvaldo Nico, reconheceu a gravidade dos números e afirmou que a redução dos índices de feminicídio será prioridade. Segundo ele, as forças de segurança devem intensificar ações preventivas e repressivas para proteger mulheres em situação de risco.
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