O
resultado representa uma queda de 0,4 ponto percentual em relação ao trimestre
encerrado em agosto, quando a taxa era de 5,6%. Na comparação com o mesmo
período de 2024, o recuo é ainda mais expressivo: o índice era de 6,1%.
Atualmente,
o Brasil soma 5,6 milhões de pessoas desocupadas, número que caiu 7,2% em
relação ao trimestre anterior e 14,9% na comparação anual — uma redução de
aproximadamente 988 mil pessoas sem trabalho em um ano.
A
população ocupada também atingiu um novo recorde, estimada em 103 milhões de
trabalhadores, com crescimento de 0,6% no trimestre e de 1,1% em relação ao ano
anterior, o equivalente a mais 1,1 milhão de pessoas empregadas.
O
total de pessoas na força de trabalho chegou a 108,7 milhões, enquanto a
população fora da força foi estimada em 66 milhões, ambos sem variações
significativas. Com esse cenário, o nível da ocupação — percentual de pessoas
ocupadas na população em idade de trabalhar — alcançou 59%, o maior já
registrado pelo IBGE.
Os dados reforçam a tendência de aquecimento do mercado de trabalho e consolidação da recuperação do emprego no país.
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