O grupo criminoso é
investigado pela prática de crimes de receptação qualificada, furto, lavagem de
dinheiro e sonegação fiscal. Detalhes da Operação Bauxita foram repassados
durante entrevista coletiva concedida no Recife.
O delegado Ramon Teixeira,
do Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco),
informou que essa ação foi um desdobramento de outras operações, durante as
quais tinham sido presos pequenos receptadores e pouca quantidade de material.
Desta vez, no entanto, o
alvo foi uma organização que atua na receptação dos fios e tem envolvimento em
outros delitos de grande porte financeiro.
"Esse bloqueio de
contas e bens foi determinado por causa dessa lavagem de dinheiro detectada na
operação", afirmou.
De acordo com o delegado Raul Junges, titular da Delegacia de Crimes Contra a Ordem Tributária, por trás dos roubos de fios de cobre, existe a movimentação de "valores expressivos".
A Operação Bauxita contou
com a participação de 150 policiais civis, entre delegados, agentes e
escrivães, além de dez auditores da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz-PE).
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