A
polêmica posse e direito sobre o poço artesiano aberto no bairro do Tamboril
ainda no calor do pleito de 2016, e que custou aos cofres públicos quase R$ 8
mil, ganhou um novo capítulo esta semana. Agora o protagonista é a Prefeitura,
que através de um Decreto (188/2017) assinado pela prefeita Madalena, declara
de utilidade pública a área a onde está localizado o polêmico poço.
Nas
redes sociais, o popular Regis Capoteiro postou mensagem demonstrando indignação
contra medida tomada pela prefeitura. Nesta segunda ele recebeu uma notificação
extrajudicial, assinada pelo Procurador Municipal, Antonio Ribeiro Junior, que
lhe dá um prazo de 48 horas para demolição da área edificada em torno do poço,
localizado no espaço que pertenceria a Capotaria do Sr. Regis, bem como a
remoção dos equipamentos do referido poço.
Pelo
Decreto da prefeita, a área a ser liberada, particularmente o poço, passará a
ser administrado pela Secretaria de Serviços Públicos para abastecimento de
água da população do entorno e comunidades circunvizinhas.
No
post, Regis Capoteiro diz que pretende reunir toda a população do bairro e fazer
um protesto diante da imprensa e para denunciar o caso que, segundo ele, só vai
prejudicar os moradores do Tamboril, assim como da Vila do Presídio, Veraneio, Arco
Íris, Cohab 2 e Rua da Palha. No texto, Regis diz que foi eleitor do vereador e
que o mesmo queria controlar a água para dar somente 2 ou 3 vezes por semana.
Só
agora, após seis meses e uma confusão entre o responsável pelo poço (Regis
Capoteiro) e um vereador da base governista, o Governo descobriu que o poço que
a prefeitura pagou para abrir estava em um terreno privado. Teria havido outra
intenção por trás da abertura deste poço em 2016?
