sábado, 1 de agosto de 2015

Ex-prefeito Giovanni Porto comenta sobre nepotismo e relata seu exemplo




               Após
listagem apresentada em questionamento feito pelo jornalista Muriê Moraes sobre
quem mais empregou parentes em Arcoverde, o ex-prefeito Giovanni Porto enviou
ao face do jornalista uma nota sobre o tema aonde traça o perfil de seu governo
no tocante ao tema do nepotismo. Confira abaixo:





“A respeito de nepotismo, ou seja,
empregar parentes no governo federal, estadual ou municipal, posso dizer que,
como prefeito de Arcoverde, não coloquei na prefeitura nenhum parente. Não
utilizei o cargo para o qual fui eleito a fim de me beneficiar ou a qualquer
pessoa ligada a mim por laços de sangue.





Afirmo, de maneira enfática, que não
utilizei, por exemplo, o carro destinado ao prefeito para deslocar-me a
caruaru, onde fazia o meu curso de direito. Eu tomava o ônibus da Leão do
Norte, na rua Severiano José Freire, antes de inaugurarem o Bandepe e ia a
Caruaru. Eu entendia que a prefeitura de Arcoverde não tinha nenhuma obrigação
de facilitar meu estudo, pois este era uma questão pessoal. Agi, assim, com
dureza, zelando pelo patrimônio público, não apenas nesta questão do meu estudo
de direito, mas em outras situações.





Minha esposa, que era professora concursada
do estado e fora designada para trabalhar na Vila Popular, não ia no carro da
prefeitura para o exercício de sua profissão Esse fato é plenamente conhecido
na cidade. Eu morava em casa alugada, pois não tinha residência própria, tanto
que, quando deixei a prefeitura, meu pai, que fora transferido para o Recife,
cedeu a sua casa na Avenida Antônio Japiassu para que eu fosse residir lá. Eu,
como prefeito, como já disse, não tinha casa própria e, quando deixei o cargo,
continuei sem imóvel residencial.





Eu era um simples professor dos colégios
Cardeal Arcoverde e Imaculada conceição e os meus vencimentos nesses cargos,
juntamente com os de minha esposa, mal davam para nos manter com os nossos
cinco filhos Essas minhas palavras foram digitadas, apenas, pelo fato de haver
sido citado no seu comentário. Acrescento que não tenho a intenção de criticar
quem quer que seja, pois cada um age como melhor lhe parece”.

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