sábado, 16 de março de 2013

83% da população de Tabira aprova início do Governo Sebastião Dias






            O Instituto Múltipla, também aferiu através
de pesquisa o diagnóstico administrativo de Tabira no Sertão do Pajeú. De
acordo com a pesquisa que ouviu 300 pessoas entre os dias 28/03 a 02/03/2012.





A pesquisa
quis aferir qual a imagem que os moradores de Tabira têm da cidade, qual o grau
de satisfação e insatisfação dos seus filho em relação a diversos serviços públicos
prestados no Município, grau de aprovação e desaprovação das primeiras medidas
tomadas pelo Prefeito Sebastião Dias,  o que a população espera do novo
Prefeito, dentre outras questões:





Clima e imagem da cidade: Quando a população foi perguntada se a cidade de Tabira
era uma lugar ótimo para se viver, bom para se viver, regular para se viver,
ruim para se viver e péssimo para se viver ; a resposta demonstra o amor da
maioria das pessoas pela cidade (53%).





Avaliação de ações públicas:  Quando perguntada sobre o grau de satisfação e
insatisfação por ações públicas, fica demonstrado na pesquisa a desaprovação da
maioria  dos tabirenses aos serviços executados pelo poder público, ainda
herança da gestão Dinca Brandino (PSB). Exceção feita ao item Educação Pública
e Saúde Pública, que receberam maior aprovação segundo a população.





Novo governo: 83% da
população tabirense, que acompanhou as primeiras medidas tomadas pelo governo
do Prefeito Sebastião Dias  no município aprovaram essas medidas, contra
17% que desaprovaram. Saliente-se que apenas 16% da população acompanhou as
primeiras medidas tomadas pelo novo Prefeito, contra 70% que responderam não
ter acompanhado os primeiros passos da gestão municipal e 14% que não souberam
responder.





Já para 77% da
população, o prefeito poeta ele fará gestão melhor que a do ex- prefeito Dinca.
Para 8%,  ela será  igual e para 6%, pior contra 9% que não souberam
respondeu





A pesquisa
pediu que a população indicasse três prioridades: Desenvolvimento econômico,
agricultura e Turismo, com 28%,Obras públicas, com 23% e saúde, com 20%, foram
as mais citadas.
 O intervalo de confiança estimado é de
95% e a margem de erro máxima é de 5,7 percentuais para mais ou para menos.

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