A
proposta foi aprovada por maioria, com seis votos favoráveis e três contrários.
Os vereadores Nildo Alves, Lika da Bernarda e Joaquim Marques votaram contra o
texto, apontando inconsistências e criticando o impacto da medida sobre os
servidores de base.
A
nova legislação estabelece valores significativamente distintos entre os
cargos. O prefeito passa a ter direito a R$ 900,00 em diárias dentro do estado
e R$ 1.200,00 para viagens interestaduais. Já o vice-prefeito terá R$ 700,00 e
R$ 1.000,00, respectivamente.
Na
outra ponta, trabalhadores como motoristas, auxiliares administrativos e
técnicos de enfermagem terão direito a R$ 150,00 em deslocamentos estaduais e
R$ 200,00 fora do estado. A diferença chama atenção não apenas pelos números
absolutos, mas também pelo histórico recente: em dezembro de 2025, havia sido
aprovado o valor de R$ 200,00 para motoristas — agora reduzido em R$ 50,00.
Durante
a discussão, parlamentares da oposição argumentaram que a medida acentua
desigualdades dentro da própria estrutura pública. Segundo eles, enquanto os
cargos de comando mantêm ou ampliam benefícios, servidores que atuam
diretamente na execução dos serviços acabam sendo penalizados.
O projeto segue agora para sanção do Executivo municipal e, caso seja confirmado, passará a valer após publicação oficial. A decisão, no entanto, já repercute entre servidores e moradores, levantando questionamentos sobre critérios de valorização dentro da administração pública.
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