A
hospitalização teve início no dia 13, no Hospital DF Star, após o ex-presidente
apresentar sintomas como febre elevada, baixa saturação de oxigênio, sudorese e
calafrios. Durante o período, o quadro clínico exigiu cuidados intensivos, com
permanência por mais de uma semana na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Segundo
a equipe médica, o diagnóstico apontou uma pneumonia bacteriana causada por
broncoaspiração — condição em que conteúdos do estômago acabam sendo aspirados
para as vias respiratórias, agravando o estado pulmonar do paciente. Diante da
evolução do quadro, foi adotado um protocolo terapêutico mais específico,
mantendo Bolsonaro sob monitoramento rigoroso, ainda que em regime
semi-intensivo nos últimos dias de internação.
A
melhora progressiva permitiu a transferência da UTI para um leito hospitalar na
última segunda-feira (23), marcando uma fase de recuperação mais estável até a
liberação médica.
Paralelamente
à recuperação clínica, o ex-presidente também esteve no centro de decisões
judiciais. Na terça-feira (24), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo
Tribunal Federal (STF), autorizou o cumprimento de prisão domiciliar por 90
dias. A medida atendeu a solicitação da defesa e considerou o estado de saúde
do ex-chefe do Executivo.
A alta médica encerra o ciclo mais crítico do tratamento, mas Bolsonaro deverá seguir em acompanhamento e cumprir as determinações judiciais enquanto se recupera integralmente.
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