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domingo, 22 de março de 2026

Tensão no Golfo Pérsico aumenta após ameaça de fechamento total do Estreito de Ormuz pelo Irã

             A escalada de tensões no Oriente Médio ganhou um novo capítulo neste domingo (22), com declarações contundentes da Guarda Revolucionária do Irã sobre um possível fechamento do Estreito de Ormuz — uma das rotas mais importantes para o transporte global de petróleo.

A ameaça surge como resposta direta às declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que teria estipulado um prazo de 48 horas para que o Irã reabra completamente a passagem marítima, sob risco de ataques a instalações energéticas iranianas.

De acordo com o comunicado da Guarda Revolucionária, qualquer ofensiva contra estruturas energéticas do Irã será respondida de forma ampla e imediata. Entre as possíveis retaliações, o grupo mencionou a destruição de empresas com participação norte-americana no Oriente Médio e a ampliação dos alvos para instalações energéticas em países que abrigam bases dos Estados Unidos.

A medida representaria uma escalada significativa no conflito, que já se estende por mais de três semanas e tem elevado o nível de alerta na região.

Outras autoridades iranianas também reagiram às ameaças. O presidente do Parlamento, Mohammad Baqer Qalibaf, afirmou que o país está preparado para responder de forma contundente, incluindo a destruição de infraestruturas estratégicas no Oriente Médio.

As Forças Armadas do Irã reforçaram o posicionamento, indicando que ativos energéticos ligados aos Estados Unidos na região poderão ser considerados alvos em caso de ataque.

O Estreito de Ormuz é responsável por uma parcela significativa do fluxo mundial de petróleo, e qualquer interrupção em sua operação pode provocar impactos imediatos nos preços internacionais de energia, além de afetar cadeias logísticas globais.

Especialistas alertam que o fechamento da via marítima poderia desencadear uma crise energética internacional, com reflexos diretos na economia de diversos países, incluindo aumento no preço dos combustíveis.

Diante das ameaças e contra-ameaças, o cenário permanece incerto, com a comunidade internacional acompanhando atentamente os desdobramentos. A possibilidade de um confronto direto entre as forças envolvidas aumenta o risco de um conflito de maiores proporções na região.

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terça-feira, 17 de outubro de 2023

Guerra: Ataque a hospital em Gaza mata 500 pessoas e ONU adia votação de proposta de paz

             O Ministério da Saúde palestino anunciou nesta terça-feira (17) que cerca de 500 pessoas morreram num bombardeio que atingiu um hospital que fica no norte da Faixa de Gaza.

“Um novo crime de guerra foi cometido pela ocupação no bombardeio do Hospital Al-Ahli Arabi, no centro da cidade de Gaza, resultando na chegada de dezenas de mártires e feridos ao Complexo Médico Al-Shifa devido ao bombardeio. O hospital atingido abrigava centenas de pacientes, feridos e pessoas deslocadas de suas casas à força devido aos ataques aéreos”, diz o comunicado do ministério.

O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, decretou luto nacional de três dias por, segundo suas palavras, o “massacre” no hospital. Abbas também cancelou a reunião que estava agendada com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, na capital da Jordânia. 

 O governo de Israel negou a explosão do hospital Al-Ahli Arabi, que é mantido por uma entidade cristã, pelas tropas israelenses e, sim efetuada por um foguete do grupo Jihad Islâmica. A Jihad Islâmica é uma organização que atua contra o Estado judeu e negou autoria do ataque ao hospital. 

ONU - A reunião do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) que ocorreria nesta terça-feira (17) foi adiada para esta quarta (18). O encontro discutirá a proposta do Brasil sobre a escalada nas tensões entre Israel e o grupo extremista Hamas.

O texto apresentado pelo Brasil condena o ataque do Hamas contra o território israelense em 7 de outubro e, sem citar Israel, a delegação brasileira pede a revogação da ordem para que civis deixem o norte da Faixa de Gaza. Do Diario de PE 

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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

Começa a invasão da Rússia à Ucrânia: fogos, explosões e o mundo em alerta

                       O presidente da Rússia, Vladimir Putin, autorizou às 23h57 (hora de Brasília) desta quarta-feira (23) uma operação especial em Donbass, no leste da Ucrânia. O presidente russo disse às forças ucranianas que deponham as armas e voltem para casa, de acordo com as agências de notícias estatais RIA-Novosti e TASS.

Pouco após o anúncio de Putin, começaram relatos na imprensa de sons de explosões e artilharia nas cidades ucranianas de Kharkiv e Kiev.

Putin alertou que toda a responsabilidade por qualquer derramamento de sangue em potencial estará na consciência do governo ucraniano e disse estar confiante de que os militares russos cumprirão seu dever.

Os Estados Unidos reagiram imediatamente afirmando que o ataque da Rússia é injustificável e que pagará pelo que está causando ao mundo.

“As orações de todo o mundo estão com o povo da Ucrânia esta noite, que sofre um ataque não provocado e injustificado das forças militares russas. O presidente Putin escolheu uma guerra premeditada que trará uma perda catastrófica de vidas e sofrimento humano. A Rússia sozinha é responsável pela morte e destruição que este ataque trará, e os Estados Unidos e seus aliados e parceiros responderão de forma unida e decisiva. O mundo responsabilizará a Rússia", diz comunicado do presidente Joe Biden divulgado após o anúncio de Putin.

O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, havia alertado nesta quarta-feita que a Rússia poderia invadir a Ucrânia antes do fim da noite".

"Tudo parece estar pronto para a Rússia se envolver em uma grande agressão contra a Ucrânia", disse Blinken. 

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