quinta-feira, 26 de março de 2026

Ato público é convocado após suspensão de assembleia do Sintema e mobiliza trabalhadores

               A suspensão da assembleia do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Municipal (Sintema), determinada por decisão liminar da Justiça, provocou reação imediata entre filiados e filiadas da entidade. Em resposta ao impedimento do encontro, que discutiria temas importantes como o processo eleitoral do sindicato, a categoria convocou um ato público para esta quinta-feira (26).

A mobilização está marcada para às 16h30, em frente à CDL, e surge como uma forma de reafirmar o direito à participação democrática e à autonomia sindical. A assembleia havia sido convocada pela base justamente para garantir o debate e a deliberação coletiva, mas acabou sendo parcialmente suspensa pela decisão judicial.

Para os organizadores do movimento, o ato representa mais do que um protesto pontual. A iniciativa é vista como uma resposta direta ao que classificam como limitação ao direito legítimo de discussão e votação dentro do sindicato.

“A suspensão da assembleia não é apenas um fato isolado — é um ataque à autonomia sindical e à voz dos trabalhadores e trabalhadoras”, destacam lideranças envolvidas na mobilização.

O ato público foi convocado com pautas claras: defesa da transparência, garantia da democracia interna no sindicato e respeito à vontade da base. A manifestação também pretende ampliar o diálogo com a categoria e chamar atenção para a importância da participação ativa dos trabalhadores nas decisões da entidade.

Com o lema de que “onde tentam calar a base, é preciso falar mais alto”, os organizadores reforçam o chamado para que servidores e servidoras participem da mobilização de forma pacífica e consciente.

A expectativa é de que o ato reúna um número significativo de trabalhadores, fortalecendo o movimento em defesa da independência sindical e do direito de organização. A mobilização também busca esclarecer os fatos e reforçar a importância da união da categoria diante do cenário atual.

O caso segue em debate e deve continuar repercutindo entre os profissionais da educação, enquanto a categoria se organiza para garantir que nenhuma decisão seja tomada sem a participação dos trabalhadores.

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