Raquel
esteve na Capital do Xaxado para lançar o programa Terra Plantar, voltado à
distribuição de sementes, mas Sebastião, mesmo convidado, optou por não
comparecer. Mais do que isso: aliados afirmam que o ex-parlamentar teria
orientado o vice-prefeito Faeca Melo a também não participar da agenda
institucional.
Logo
nas primeiras horas do dia, o deputado Waldemar Oliveira confirmou ter recebido
três convites para o evento, incluindo um feito pelo presidente do IPA, Miguel
Duque. A situação contrasta com declarações anteriores de Sebastião Oliveira,
que havia se queixado publicamente de não ter sido convidado.
Nos
bastidores, a decisão de Sebastião foi interpretada como um gesto político.
Segundo aliados, o convite teria chegado de forma tardia, apenas às 11h21, o
que foi encarado como desrespeito.
“Houve uma falta de consideração com o ex-deputado
Sebastião Oliveira. Por isso, ele orientou Faeca a não comparecer”, afirmou um integrante do grupo
sebastianista.
Quem
acabou representando o deputado Waldemar Oliveira no evento foi João Duque
Filho (Duquinho), ex-vice-prefeito do município, já que Waldemar cumpria agenda
particular no Recife.
O
episódio, no entanto, vai além de um simples desencontro de convites. Sebastião
Oliveira é aliado da prefeita Márcia Conrado, que tem se posicionado de forma
clara no campo político adversário ao da governadora Raquel Lyra.
Márcia
integra o grupo liderado pelo prefeito do Recife, João Campos, e nunca escondeu
o desconforto com o espaço ocupado pelo deputado Luciano Duque dentro do
governo estadual. O objetivo político, segundo fontes, é claro: enfraquecer
Raquel Lyra na disputa eleitoral do próximo ano.
O cenário revela que, em Serra Talhada, a disputa política já ultrapassou o plano administrativo e se consolidou como um embate estratégico visando 2026.
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