A
nova peça, que começou a ser veiculada na TV e nas redes sociais no fim de
semana, chama de “escândalo tamanho família” a as aquisições de imóveis
milionários feitas pelos Bolsonaro com o uso de dinheiro vivo reveladas em uma
reportagem do portal UOL.
Segundo
o UOL, e Bolsonaro e seus familiares compraram 51 imóveis desde a década de
1990 usando dinheiro em espécie. Embora a prática não seja ilegal, ela levanta
suspeita de lavagem de dinheiro – que é o crime de ocultar a origem ilegal de
recursos financeiros.
De
acordo com o blog da Andréia Sadi, a decisão de explorar o caso – revelado
na quarta-feira da semana passada – marca uma mudança de postura da campanha do
Lula. Até aqui, os ataques visavam a colar em Bolsonaro a responsabilidade pelo
aumento da fome e da inflação e em criticá-lo pela gestão durante a pandemia.
Já
a campanha de Bolsonaro, além de seguir explorando escândalos de corrupção no
governo do PT, vai reforçar a ofensiva para conquistar o eleitorado feminino –
em que Lula tem uma vantagem maior sobre o presidente, segundo as pesquisas
Datafolha e Ipec – principalmente por meio da exposição da primeira-dama,
Michelle Bolsonaro.
Um
vídeo preparado pelo QG bolsonarista e divulgado neste fim de semana mostra
Michelle comentando que as políticas do governo do presidente para as mulheres
chegam a dar “até um ciuminho.”
No
mesmo vídeo, Bolsonaro é chamado diversas vezes pelo primeiro nome, Jair, numa
estratégia para humanizar o presidente e minimizar a resistência do eleitorado
à figura vista como bélica do presidente.
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