Na
tentativa de combater a sonegação fiscal no Agreste do Estado, 65 auditores da
Secretaria da Fazenda de Pernambuco (Sefaz) vão rodar a região até o fim do
agosto para realizar a cobrança de aproximadamente R$ 9 milhões em débitos já
constituídos de ICMS, IPVA, parcelamento, autuação e multas.
O
serviço de inteligência da Sefaz cruzou os dados sobre o faturamento de cada
cidade, o tamanho e a declaração de Imposto de Renda e identificou que o
Agreste Central apresenta uma grande quantidade de empresas que passaram a
recolher menos impostos, apesar de manterem o mesmo desempenho de faturamento.
Com
base na mineração de dados, 219 empresas distribuídas nas cidades de Caruaru,
Bezerros, Gravatá, Bonito, Cupira, Panelas, Pesqueira, Belo Jardim, Barra de
Guabiraba, Tacaimbó e Jataúba viraram alvos da Operação Cidades.
Fora
essas, existem outras 39 empresas configuradas como nocivas, que serão
fiscalizados posteriormente. Os contribuintes nocivos são aqueles que seguem um
padrão de cancelamento deixando grandes débitos para os Estados, como as
empresas laranja.

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