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quinta-feira, 7 de maio de 2026

Operação da Polícia Federal desarticula esquema de migração ilegal em Goiás

          Uma operação da Polícia Federal realizada nesta quinta-feira (7) resultou na prisão de quatro pessoas suspeitas de integrar uma organização criminosa especializada na promoção de migração ilegal para os Estados Unidos. A ação ocorreu no estado de Goiás e faz parte de uma investigação que apura a atuação de diferentes grupos envolvidos no esquema.

Entre os detidos está Maria Helena de Sousa Netto Costa, apontada pelas autoridades como uma das líderes de um dos núcleos criminosos. Segundo a Polícia Federal, o grupo sob sua suposta coordenação teria movimentado cerca de R$ 45 milhões.

As investigações indicam que, somados, cinco grupos investigados movimentaram aproximadamente R$ 240 milhões entre os anos de 2018 e 2023. O esquema envolveria a facilitação da saída irregular de brasileiros para os Estados Unidos, mediante pagamento, com utilização de rotas clandestinas e documentação fraudulenta.

Maria Helena foi presa em sua residência, na capital Goiânia. De acordo com a Polícia Federal, ela passou a ser investigada a partir de 2022, após um grupo de migrantes ser interceptado no aeroporto de Aeroporto de Congonhas, ocasião em que seu nome foi citado nas apurações iniciais.

Em nota, a defesa da investigada classificou a prisão como desnecessária e informou que aguarda acesso aos autos do processo para apresentar uma análise técnica e adotar as medidas jurídicas cabíveis.

O caso também tem repercussão política, já que Maria Helena é sogra do vice-governador de Goiás, Daniel Vilela. Em posicionamento oficial, ele afirmou que os fatos investigados remontam a períodos anteriores e não possuem relação com sua atuação, com a de sua esposa ou com o Governo do Estado.

A operação reforça o combate a redes de migração ilegal, prática que envolve riscos à segurança dos migrantes e pode estar associada a outros crimes, como falsificação de documentos e exploração financeira.

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terça-feira, 29 de abril de 2025

Deputada Marussa Boldrin rompe silêncio e dá voz a milhares de mulheres vítimas de violência

                   Em um ato público de coragem e empoderamento, a deputada federal Marussa Boldrin (MDB-GO) usou suas redes sociais para romper o silêncio sobre um relacionamento abusivo que viveu com o marido, Sinomar Júnior. A parlamentar revelou, por meio de uma carta aberta, ter sido vítima de agressões psicológicas e físicas durante anos, principalmente após o nascimento da primeira filha.

A denúncia, feita de forma clara e direta, mobilizou apoio de figuras públicas e levantou novamente o debate sobre violência doméstica e o sofrimento silencioso que muitas mulheres enfrentam, inclusive aquelas em cargos de poder.

“Não quero mais carregar essa dor calada. Não quero mais fingir que está tudo bem. Não aceito mais ser abusada, nem física, nem moral, nem psicologicamente”, escreveu a deputada, ao afirmar que está iniciando um novo capítulo em sua vida — “de cura, de força, de dignidade”.

Marussa afirmou que suportou o relacionamento abusivo por medo, vergonha e por acreditar que a situação poderia mudar. “Fui silenciada dentro da minha própria casa. Fui desvalorizada, desacreditada, diminuída como mulher, como mãe e como profissional”, declarou.

O caso ganhou destaque nacional por expor que a violência doméstica atravessa classes sociais, profissões e espaços de poder. O posicionamento da deputada é também um apelo para que outras mulheres busquem ajuda e se sintam encorajadas a denunciar abusos.

A carta publicada nas redes sociais encerra com um compromisso firme: “Por mim. Pelos meus filhos. Por todas nós.” Com informações da Agência Brasil / 📸 Foto: Vinicius Loures / Câmara dos Deputados 


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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2025

PF e CGU investigam Marconi Perillo por desvios de R$ 28 milhões na Saúde em Goiás

               A Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram, nesta quinta-feira (6), a Operação Panaceia, que investiga um esquema de desvio de recursos públicos da área da saúde no estado de Goiás entre os anos de 2012 e 2018. O ex-governador e atual presidente nacional do PSDB, Marconi Perillo, é um dos alvos da ação.

Foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão, sendo dez em Goiânia e um em Brasília. As ordens foram expedidas pela 11ª Vara Federal, que também determinou o sequestro de mais de R$ 28 milhões dos investigados. Além de Perillo, outros políticos e empresários são alvos da operação.

Esquema de desvio - De acordo com a PF, os desvios ocorriam por meio de uma organização social que firmava contratos com o governo estadual e subcontratava empresas ligadas a políticos e administradores da própria entidade. Parte do dinheiro pago a essas empresas retornava ilicitamente aos agentes públicos e aos próprios gestores da organização social, em um esquema vedado por lei.

As investigações apuram a prática dos crimes de peculato (desvio de recursos públicos), corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro. A soma das penas máximas dos crimes investigados pode ultrapassar os 40 anos de prisão.

Nome da operação - A operação foi batizada de "Panaceia", em referência à deusa grega da cura. O termo também é usado para descrever remédios ou soluções que prometem curar todos os males, em uma alusão ao esquema de desvio de recursos da saúde.

As investigações seguem em andamento, e a defesa dos envolvidos ainda não se manifestou oficialmente sobre as acusações. 

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