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domingo, 3 de outubro de 2021

Prefeito do Rio de Janeiro confirma Carnaval sem restrição de público em 2022

                       O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), confirmou na manhã deste domingo (3), em entrevista para O Globo durante evento no Méier, que a cidade receberá festejos de Carnaval em 2022 sem medidas de restrição ou distanciamento social - especuladas devido à pandemia de covid-19.

Paes declarou que a ciência "tem permitido" o avanço no processo de reabertura dos ambientes na capital fluminense.

"Não vamos ficar também viúvas da pandemia, querendo que se tenha pandemia o resto da vida. A ciência avançou, venceu e permitiu que se abra. Então vamos abrir, graças a Deus", acrescentou o prefeito.

Eduardo Paes falou ainda sobre o "passaporte da vacina". "Pelo que estou vendo, as pessoas estão muito colaborativas. Ações agora são para abrir, voltar ao normal. Minha filha mesma foi numa festa sexta, grande, e teve que fazer teste antes. E as pessoas estão respeitando, fazem felizes porque sabem que é para a saúde dos outros."

A Prefeitura do Rio planeja permitir, sem medidas restritivas e exigência de distanciamento social, a realização também das festas de Réveillon em dezembro, além do Carnaval de fevereiro de 2022, desde que haja um controle da pandemia de coronavírus nos próximos meses.

"A Prefeitura do Rio trabalha para que tanto o Réveillon quanto o Carnaval ocorram em sua plenitude sem a necessidade de qualquer medida restritiva. Mas somente será possível realizá-los desta maneira com a população vacinada e a pandemia de Covid-19 controlada", afirmou à reportagem, em nota, a assessoria do prefeito Eduardo Paes (PSD).

Na sexta-feira (1º), uma audiência da Câmara dos Vereadores do Rio discutiu a possível realização do Carnaval em 2022. O secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, sinalizou que a capital fluminense precisa de baixas taxas de contágio por coronavírus para poder receber o evento em fevereiro.

"A expectativa é ter mais de 90% da população adulta carioca vacinada com a segunda dose até meados do mês de novembro. A gente acredita que até dezembro vamos ter um panorama epidemiológico muito diferente, se não tiver uma nova variante", afirmou o secretário.

"Mas é uma doença nova, tem outras variáveis que podem interferir no processo, e é preciso cautela", acrescentou.

Na mesma audiência, o presidente da Liesa (Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro), Jorge Perlingeiro, disse que o caminho seria adiar o desfile se houvesse necessidade de restrições.

"Caso não possamos realizar o Carnaval em sua plenitude no mês de fevereiro, o espetáculo será prorrogado para julho. Não podemos reduzir o seu tamanho, nem em público, porque assim não teremos dinheiro para bancar o evento, nem em participação dos componentes", apontou Perlingeiro.

Representantes de blocos de rua manifestaram preocupação com o pouco tempo de preparação e querem uma data limite para decisão sobre a festa.

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quarta-feira, 1 de setembro de 2021

Justiça do Rio quebra sigilo de Carlos Bolsonaro em investigação sobre 'rachadinha'

                     A Justiça do Rio de Janeiro autorizou a quebra do sigilo bancário e fiscal do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) em meio à investigação de desvio de recursos públicos em seu gabinete na Câmara Municipal do Rio.

O pedido do Ministério Público, revelado pela Globonews, mirou o filho de Jair Bolsonaro bem como outras 26 pessoas, incluindo a ex-mulher do presidente, a advogada Ana Cristina Siqueira Valle.

A suspeita contra Carlos é a prática de "rachadinha", num esquema semelhante ao atribuído ao irmão, o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ).

Em nota, a defesa do vereador afirmou que ele "permanece à disposição para prestar qualquer tipo de esclarecimento".
A investigação foi aberta depois de notícias sobre funcionários lotados no gabinete de Carlos que aparentemente não prestavam serviço para o vereador.

Em abril, o jornal Folha de S.Paulo descobriu que Carlos empregou até janeiro uma idosa que mora em Magé, município a 50 km do centro do Rio. Nadir Barbosa Goes, 70, negou à reportagem que tenha trabalhado para o vereador. Ela recebia, como oficial de gabinete, uma remuneração de R$ 4.271 mensais.

Nadir é irmã do militar Edir Barbosa Goes, 71, atual assessor do filho do presidente. A mulher dele, Neula de Carvalho Goes, 66, também foi exonerada pelo vereador.

A reportagem encontrou o militar em sua residência, vestindo uma bermuda e camisa do Brasil, às 13h de uma segunda-feira. Irritado, o funcionário da Câmara se negou a responder às perguntas e disse que caberia ao gabinete prestar esclarecimentos.

"Eu não sou obrigado a trabalhar todos os dias lá. Não tem espaço físico", afirmou. A reportagem quis saber qual função o militar desempenha. "Não importa", respondeu.

Edir também afirmou que a intenção da reportagem, ali, seria a mesma de reportagem que revelou que Walderice Conceição, vendedora de açaí em Mambucaba, na costa verde do Rio, era assessora fantasma do então deputado federal Jair Bolsonaro.

À reportagem o chefe de gabinete de Carlos, Jorge Luiz Fernandes, disse que esses funcionários entregavam mala direta para a base eleitoral do vereador em Campo Grande, na zona oeste do Rio, e anotavam as reivindicações dos eleitores, principalmente de militares. 

Para trabalhar diariamente na entrega de correspondências, Nadir teria de percorrer uma distância diária de mais de 130 km.

Outra funcionária suspeita de ser fantasma revelada pela Folha de S.Paulo é Cileide Barbosa Mendes, 43, espécie de faz-tudo da família Bolsonaro. Enquanto esteve lotada no gabinete de Carlos, ela apareceu como responsável pela abertura de três empresas nas quais utilizou como endereço o escritório do hoje presidente Jair Bolsonaro.

Na prática, porém, ela era apenas laranja de um tenente-coronel do Exército -ex-marido da segunda mulher de Bolsonaro- que não podia mantê-la registrada no nome dele como militar da ativa.

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quinta-feira, 8 de abril de 2021

Polícia prende Dr. Jairinho e mãe de Henry por morte da criança

                         A Polícia Civil do RJ prendeu nesta quinta-feira (8), dentro das investigações da morte do menino Henry Borel, o vereador carioca Dr. Jairinho (Solidariedade), padrasto da criança, e Monique Medeiros, mãe do garoto.

Investigadores da 16ª DP (Barra da Tijuca) afirmam que Henry foi assassinado no dia 8 de março — com emprego de tortura e sem chance de defesa da vítima.

O casal foi preso por atrapalhar as investigações e por ameaçar testemunhas para combinar versões.

Os mandados foram expedidos nesta quarta-feira (7) pelo 2º Tribunal do Júri da Capital. A prisão é temporária, por 30 dias.

Jairinho e Monique não deram declarações ao serem presos, em Bangu, nem quando chegaram à 16ª DP.

Policiais descobriram que, antes do fim de semana da morte, Dr. Jairinho já agredia o menino com chutes, rasteiras e golpes na cabeça. Segundo a polícia, Monique sabia disso pelo menos desde fevereiro.

O vereador teria praticado pelo menos uma sessão de tortura contra o enteado em fevereiro.

Henry foi encontrado morto na madrugada de 8 de março no apartamento em que Monique, mãe do garoto, vivia com Dr. Jairinho. Os dois alegaram que o menino sofreu um acidente e que estava "desacordado e com os olhos revirados e sem respirar", mas os laudos da necropsia de Henry e da reconstituição no apartamento do casal afastam essa hipótese;

O documento informa que a causa da morte foi hemorragia interna e laceração hepática [no fígado] causada por uma ação contundente [violenta]. ]A polícia diz que, semanas antes de ser morto, Henry foi torturado por Jairinho. Monique sabia.

terça-feira, 22 de dezembro de 2020

Prefeito Marcelo Crivella é preso em operação da polícia e do MPRJ

                     O Prefeito do Rio Marcelo Crivella (Republicanos) foi preso na manhã desta terça-feira (22) em uma ação conjunta entre a Polícia Civil e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). Além dele, foram presos também o empresário Rafael Alves, o delegado aposentado Fernando Moraes, o ex-tesoureiro da campanha de Crivella, Mauro Macedo, além dos empresários Adenor Gonçalves dos Santos e Cristiano Stockler Campos, da área de seguros.

O ex-senador Eduardo Lopes também é alvo da operação. No entanto, ele não foi encontrado em sua casa no Rio. Ele teria se mudado para Belém e deverá se apresentar à polícia. Ele foi senador do Rio pelo Republicanos, ao herdar o cargo de Crivella, e foi secretário de Pecuária, Pesca e Abastecimento do governador afastado Wilson Witzel.

Todos os presos vão passar por uma audiência de custódia às 15h, no Tribunal de Justiça, para que a legalidade do procedimento seja avaliada, conforme determinou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin.

O delegado aposentado Fernando Moraes está com sintomas de Covid-19 e, por isso, não foi levado para a Delegacia Fazendária como os outros presos. Ele está na Polinter, também na Cidade da Polícia.

A ação é um desdobramento da Operação Hades, que investiga um suposto 'QG da Propina' na Prefeitura do Rio. Os mandados são cumpridos pela Coordenadoria de Investigação de Agentes com Foro (CIAF) da Polícia Civil e do Grupo de Atribuição Originária Criminal da Procuradoria-Geral de Justiça (Gaocrim), do MPRJ. A decisão é da desembargadora Rosa Helena Penna Macedo Guita.

Crivella foi preso em casa, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, por volta das 6h. Ele foi levado diretamente para a Cidade da Polícia, na Zona Norte. Antes de entrar na Delegacia Fazendária, ele disse que foi o prefeito que mais combateu a corrupção e que espera por "justiça".