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domingo, 24 de abril de 2022

França reelege centrista Macron diante de uma extrema-direita em ascensão

            Os franceses confiaram, neste domingo (24), um novo mandato de cinco anos ao centrista Emmanuel Macron contra Marine Le Pen, que apesar de perder conseguiu o melhor resultado da extrema-direita em uma eleição presidencial na França.
Segundo estimativas iniciais, o candidato de La República en Marcha (LREM), de 44 anos, obteve entre 57,6% e 58,2% dos votos, uma diferença menor do que em 2017, quando derrotou sua adversária do Reagrupamento Nacional (RN) com 66,1% dos votos.

A França optou por continuar com um líder pró-europeu, que também se tornou o primeiro a conseguir a reeleição desde 2002, quando o conservador Jacques Chirac venceu o pai de sua rival deste domingo, o ultradireitista Jean-Marie Le Pen.

A vitória de Macron distancia o projeto de ruptura da candidata do RN, de 53 anos, que defendia a exclusão de estrangeiros dos benefícios sociais, inscrevendo a "prioridade nacional" na Constituição, e o abandono do comando integrado da Otan.

Porém, apesar das advertências sobre o "perigo" extremista, a extrema-direita tem feito avanços constantes a cada eleição desde 2002. Com 41,8% a 42,4% dos votos, segundo estimativas, Le Pen alcançou seu melhor resultado.

"O resultado por si só representa uma brilhante vitória", disse a herdeira da Frente Nacional (FN) a seguidores desapontados em seu quartel-general. "Vou seguir meu compromisso com a França e os franceses (...) Vou lutar esta batalha", acrescentou. 

Comemorações explodiram entre a população presente no Campo de Marte, ao pé da Torre Eiffel, onde Macron deve se dirigir a seus apoiadores, após a divulgação das primeiras estimativas.

Mas "quando vemos uma extrema-direita acima de 40%, temos que continuar trabalhando, unir o país, ter um projeto político e uma maioria parlamentar", disse o ministro de Assuntos Europeus, Clément Beaune. 

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terça-feira, 5 de abril de 2022

Nova variante ômicron XE preocupa e pode ser a mais contagiosa já vista

                       O surgimento de novas variantes da Covid-19 na China e a ascensão de uma cepa potencialmente mais contagiosa no Reino Unido trouxeram de volta o foco no risco contínuo representado pelo vírus, ainda que os especialistas digam que não há motivo para entrar em pânico.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que uma variante híbrida de duas cepas da ômicron — BA.1 e BA.2 — detectada pela primeira vez no Reino Unido e batizada XE pode ser a mais contagiosa já vista. A estimativa é que se espalhe 10% mais facilmente do que BA.2, que já se mostrou mais transmissível do que a ômicron original.

Na China, que enfrenta seu maior surto desde Wuhan, as autoridades relataram duas novas subvariantes da ômicron que não correspondem a nenhuma sequência existente. Não está claro se essas infecções foram eventos pontuais de pouca relevância ou sinal de problemas futuros.

A circulação contínua da Covid-19 mais de dois anos após a identificação na China — impulsionada pelo desenvolvimento de mutações que causam disparada das infecções e mortes nos mesmos locais repetidamente — ainda é um problema fundamental para um mundo pronto forçado a conviver com o coronavírus. 

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domingo, 20 de março de 2022

Rússia bombardeia escola de arte onde estavam abrigadas 400 pessoas

                     Forças russas bombardearam uma escola de arte na cidade ucraniana de Mariupol, cercada pela Rússia, disse o conselho municipal da cidade na manhã deste domingo (20). De acordo com os ucranianos, 400 pessoas estariam abrigadas na escola. Ainda de acordo com o conselho, não havia informações sobre o número de vítimas do ataque, mas o prédio teria sido destruído e haveria pessoas sob os escombros.

Uma mensagem divulgada nos canais oficiais do conselho no Telegram informa que mulheres, crianças e idosos estavam abrigados na escola de arte G12. A mensagem ainda acusa os russos de crimes de guerra, seguindo a linha do discurso do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. Em uma transmissão na noite de sábado (19), Zelensky disse que o cerco a Mariupol "entraria para história pelos crimes de guerra cometidos".

A Rússia diz ter usado no último sábado (19), pela primeira vez, mísseis hipersônicos Kinzhal . O ataque, de acordo a agência estatal Ria Novosti, teve o propósito de destruir um local de armazenamento de armas no oeste da Ucrânia. De acordo com o jornal The New York Times, um porta-voz do exército ucraniano confirmou o ataque ao depósito, mas não o tipo de míssil usado. A seguir, entenda por que os mísseis hipersônicos são considerados mais destrutivos e perigosos que mísseis comuns:

O escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) informou no sábado (19) que pelo menCURTA NOSSA FANPAGE E PERFIL NO INSTAGRAM

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domingo, 13 de março de 2022

Papa Francisco pede fim do 'massacre' na Ucrânia

                       O papa Francisco lançou neste domingo (13) um apelo sincero pelo fim do "massacre" e do "ataque armado inaceitável" na Ucrânia, invadida pela Rússia desde 24 de fevereiro.

Após a oração do Angelus de domingo, o pontífice argentino condenou a "barbárie" de matar civis, incluindo crianças, e implorou: "Em nome de Deus, peço que pare com este massacre". 

O papa disse que a cidade portuária de Mariupol, no sul do país, severamente atingida, "tornou-se uma cidade mártir na guerra comovente que está devastando a Ucrânia".

"Diante da barbárie do massacre de crianças, inocentes e civis indefesos, não há razões estratégicas, apenas o inaceitável ataque armado deve ser detido antes que reduza as cidades a cemitérios", afirmou. O pontífice pediu negociações e corredores humanitários eficazes. 

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sábado, 5 de março de 2022

Milhares de pessoas protestam em cidades europeias contra guerra na Ucrânia

                     Milhares de pessoas protestaram, neste sábado (5), em Londres, Paris, Roma e Zurique para pedir o fim da guerra na Ucrânia.

"Estaremos aqui todos os fins de semana, em Paris ou qualquer outro lugar, até que Putin vá embora, retire seus tanques", declarou à AFP Aline Le Bail-Kremer, integrante da 'Stand With Ukraine', uma das organizações que convocou a manifestação na capital francesa.

Em Londres, capital do Reino Unido, centenas de pessoas se reuniram para pedir o fim da invasão russa na Ucrânia e rezar pela paz.

Os manifestantes se concentraram em Trafalgar Square com bandeiras e cartazes com frases como "Putin mata" e "Embargo à Rússia".

Cartazes similares foram observados no centro de Roma, Itália, onde sindicatos e ONGs organizaram uma "manifestação pela paz". 

Em Zurique, maior cidade da Suíça, 40.000 pessoas pediram a retirada das tropas russas da Ucrânia, segundo a agência de notícias ATS. 

Desde o início da ofensiva russa na Ucrânia em 24 de fevereiro, as manifestações contra a guerra são cada vez maiores ao redor do mundo.

Rússia - O presidente Vladimir Putin disse, neste sábado (5), que não prevê introduzir a lei marcial em resposta aos insistentes boatos neste sentido devido ao conflito na Ucrânia.

"A lei marcial é aplicada (...) em caso de agressão especialmente nas regiões em que acontecem combates. Não temos uma situação deste tipo, e espero que não aconteça", declarou Putin, ao ser questionado por funcionários da companhia aérea russa Aeroflot. 

Muitos boatos circularam na Rússia sobre uma possível convocação de reservistas e a introdução da lei marcial. 

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quinta-feira, 3 de março de 2022

Ucrânia e Rússia têm nova rodada de negociações sobre cessar-fogo


Uma semana após a invasão da Ucrânia pela Rússia, Moscou e Kyiv devem participar, nesta quinta-feira (3), em uma segunda rodada de negociações visando um eventual cessar-fogo na guerra, que já provocou a fuga de um milhão de refugiados.

A reunião acontecerá um dia após a queda da cidade portuária de Kherson, de 290 mil habitantes, no sul do país, às margens do Mar Negro. 

Esta é a maior vitória até o momento das tropas russas, que prosseguem com a ofensiva em cidades do leste do país, como Kharkiv e Mariupol.

Centenas de civis ucranianos morreram desde o início da invasão, que será investigada pelo procurador do Tribunal Penal Internacional (CPI), o britânico Karim Khan, por supostos crimes de guerra após as acusações de Kiev de bombardeios contra zonas residenciais.

As autoridades de Kherson confirmaram na quarta-feira à noite a queda da cidade, mas informaram que a bandeira ucraniana permanece hasteada nos edifícios públicos.

"Os ocupantes estão em todas as partes da cidade e são muito perigosos", declarou o chefe da administração regional, Guennady Lakhuta, no Telegram.

O prefeito de Kherson, Igor Kolykhayev, afirmou ter conversado com as tropas invasoras e que impôs um toque de recolher noturno, assim como restrições ao uso de automóveis.

"Até agora tudo está indo bem. A bandeira hasteada acima de nós é a ucraniana. E para que isso continue, estas exigências devem ser respeitadas", acrescentou.

O exército russo anunciou na madrugada de quarta-feira a tomada de Kherson, localizada a 100 quilômetros da península da Crimeia, que Moscou anexou em 2014.

As tropas invasoras já tomaram o controle de outro importante porto do país, Berdyansk, e estão atacando Mariupol, cujo prefeito, Vadim Boichenko, afirmou que a cidade está "sem energia elétrica, sem água, sem calefação".

A situação "piora a cada hora", disse Maryna, de 28 anos, antes de afirmar que o centro da cidade foi esmagado.

Se esta cidade cair, a Rússia poderia garantir uma continuidade territorial entre as forças procedentes da península da Crimeia e as unidades dos territórios separatistas pró-Moscou da região de Donbass (sudeste).

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quarta-feira, 2 de março de 2022

ONU condena Guerra na Ucrânia; Brasil votou a favor da resolução


Em Assembleia Geral da ONU nesta quarta-feira (2) foi aprovada a resolução que deplora os ataques russos contra a Ucrânia. O Brasil foi um dos 141 países que votaram a favor do texto. Os outros números foram 5 votos contra e 35 abstenções.

O texto foi proposto por quase 100 países e pede a retirada imediata das tropas russas da Ucrânia além de reiterar o pedido de que negociações sejam estabelecidas para acabar com o conflito.

Vale lembrar que a palavra "condenar" foi retirada do texto proposto e substituída por "deplorar", uma referência ao Capítulo 7 da Carta das Nações Unidas, que prevê um possível recurso à força, também suprimido.

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terça-feira, 1 de março de 2022

Itamaraty: 80 brasileiros ainda aguardam para deixar a Ucrânia

                     O Ministério das Relações Exteriores emitiu nota, na tarde desta terça-feira (1º), em que ressalta que continua a prestar assistência consular a brasileiros que continuam na Ucrânia. 

Segundo a nota, mais de 100 brasileiros conseguiram sair da Ucrânia e ir para países vizinhos, principalmente Polônia e Romênia. O Itamaraty estima que cerca de outros 15 brasileiros estão próximos à fronteira e devem sair do país ainda nesta terça. Outros 80 brasileiros permanecem em solo ucraniano e já manifestaram à Embaixada o interesse em sair do país. A comunidade brasileira na Ucrânia, antes do conflito, era estimada em aproximadamente 500 pessoas. 

“O GT - Brasileiros na Ucrânia e a Embaixada na Ucrânia seguem buscando localizar e contatar brasileiros ainda no país, com o apoio das demais Embaixadas na região, com vistas a verificar a situação pessoal de todos, as condições de segurança nos locais onde estão abrigados e a possibilidade de eventual evacuação”, diz a nota, que informa ainda a respeito do trabalho de voluntários que auxiliam brasileiros na estação de trens de Lviv, local próximo à fronteira com a Polônia. 

"As duas aeronaves da Força Aérea Brasileira seguem de prontidão para auxiliar no resgate dos brasileiros. Nossas embaixadas foram instruídas a indagar aos brasileiros que sejam evacuados para suas jurisdições se há interesse na repatriação”, explica o informativo. 

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Blindados russos estão a 30 km de Kiev

                     Imagens de satélite mostraram que as forças terrestres russas continuam se aproximando da capital da Ucrânia nesta segunda-feira (28). Elas viajam em um comboio militar que se estende por pelo menos 27 quilômetros.

A empresa Maxar Technologies, que produziu as imagens, disse que há centenas de blindados e tanques se movendo em direção a Kiev.

Eles estariam na região do aeroporto de Hostomel, a pouco mais de 30 quilômetros do centro da capital ucraniana.

Segundo meios de comunicação ucranianos, cidades próximas a Kiev soaram o alarme para ataques aéreos. Conforme informou o portal Kyiv Independent, as cidades de Rivne, a oeste de Kiev, junto com Ternopil, Vinnytsia e Volyn.

O prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, disse em entrevista à CNN Internacional que está orgulhoso do empenho que a população vem tendo para se defender da invasão russa.

"Nós ouvimos explosões toda hora durante a última noite, durante os últimos 4 dias. O pessoal está nervoso, passam muito tempo em bunkers de proteção", disse o ex-lutador.

"Tantos milhares de civis vêm e constroem defesas. As pessoas pegam as armas e estão prontas para defender nossas casas, defender nossas famílias, defender nosso futuro e nosso país. E estou muito orgulhoso", disse ele.

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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

Rússia ameaça atacar mais 02 países europeus após a Ucrânia

                    A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, sinalizou hoje eventual retaliação contra Finlândia e Suécia se eles passarem a integrar a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte). O grupo militar internacional está no centro dos conflitos entre Ucrânia e o governo do presidente Vladimir Putin.

"Todos os estados membros da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa [OSCE] em sua capacidade nacional, incluindo Finlândia e Suécia, reafirmaram o princípio de que a segurança de um país não pode ser construída à custa da segurança de outros", disse ela no mesmo dia em que representantes dos dois países europeus se reuniram com o conselho da Aliança Atlântica.

Pouco mais de 24 horas após atacar a Ucrânia por três frentes (terra, ar e mar), o governo da Rússia afirmou estar pronto para enviar uma delegação, e que incluiria a presença de funcionários do Ministério das Relações Exteriores e da Defesa, a Minsk, capital belarussa, para conversas com a Ucrânia, acrescentando que a desmilitarização da Ucrânia seria uma parte essencial da negociação. Na realidade a Rússia quer colocar um “fantoche” no comando do país.

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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

Começa a invasão da Rússia à Ucrânia: fogos, explosões e o mundo em alerta

                       O presidente da Rússia, Vladimir Putin, autorizou às 23h57 (hora de Brasília) desta quarta-feira (23) uma operação especial em Donbass, no leste da Ucrânia. O presidente russo disse às forças ucranianas que deponham as armas e voltem para casa, de acordo com as agências de notícias estatais RIA-Novosti e TASS.

Pouco após o anúncio de Putin, começaram relatos na imprensa de sons de explosões e artilharia nas cidades ucranianas de Kharkiv e Kiev.

Putin alertou que toda a responsabilidade por qualquer derramamento de sangue em potencial estará na consciência do governo ucraniano e disse estar confiante de que os militares russos cumprirão seu dever.

Os Estados Unidos reagiram imediatamente afirmando que o ataque da Rússia é injustificável e que pagará pelo que está causando ao mundo.

“As orações de todo o mundo estão com o povo da Ucrânia esta noite, que sofre um ataque não provocado e injustificado das forças militares russas. O presidente Putin escolheu uma guerra premeditada que trará uma perda catastrófica de vidas e sofrimento humano. A Rússia sozinha é responsável pela morte e destruição que este ataque trará, e os Estados Unidos e seus aliados e parceiros responderão de forma unida e decisiva. O mundo responsabilizará a Rússia", diz comunicado do presidente Joe Biden divulgado após o anúncio de Putin.

O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, havia alertado nesta quarta-feita que a Rússia poderia invadir a Ucrânia antes do fim da noite".

"Tudo parece estar pronto para a Rússia se envolver em uma grande agressão contra a Ucrânia", disse Blinken. 

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quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

Nova variante do coronavírus é identificada na França

                        Pesquisadores do Instituto Hospitalar Universitário de Marselha identificaram uma nova variante do coronavírus com mais de 40 mutações genéticas. A chamada de IHU, sigla do Instituto, pode estar associada a um possível aumento na transmissão da doença. 

Segundo os pesquisadores que a identificaram, pouco se sabe sobre a variante, mas observou-se que ela é derivada de outra variante, a B.1.640, que está sob vigilância da Organização Mundial da Saúde (OMS) e foi detectada em setembro de 2021 na República do Congo. 

A nova estirpe do SARS-CoV-2 tem 46 mutações ao todo, incluindo uma que está associada ao possível aumento de contágios da Covid-19. Seu nome técnico ficou definido como B.1.640.2. 

Os primeiros casos da variante foram identificados em Forcalquier, na região de Provença-Alpes-Costa Azul na França. Em Marsellha, uma dezena de casos também foi registrado, mas eles estavam associados a viagens a Camarões, país que faz fronteira com a República do Congo. 

O IHU da cidade de Marselha é especializado em doenças infecciosas e é dirigido pelo médico Didier Raoult — que chegou a receber uma advertência em 2021 da Ordem de Médicos da França após violar um código de ética ao promover o uso de remédio antimalária — hidroxicloroquina — como tratamento da Covid-19, mesmo sem provas de sua eficácia. 

A informação foi divulgada pelas redes sociais do Instituto no início de dezembro. Até o momento, não há nenhuma novidade sobre a nova variante. 

Para os infectologistas, não é necessário se preocupar com ela porque, pelos resultados apresentados, ela não tem crescido pelo mundo. "Sim, precisamos focar em variantes que estejam surgindo. Grandes cientistas já estão fazendo isso. Só por isso que a nova variante foi identificada originalmente, semanas atrás. No entanto, nem todas elas são preocupantes e não precisam aparecer em manchetes assustadoras", diz a médica Emma Hodcroft do Nextstrain, Institute of Social and Preventive Medicine (ISPM) da Suiça e da Universität Bern.

Já Tom Peacock, virologista do Departamento Imperial de Doenças Infecciosas da Inglaterra, ressalta que a variante foi identificada antes da ômicron e que realmente não é necessário se preocupar com a IHU ou B.1.640.2.  

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quarta-feira, 22 de dezembro de 2021

Espanha tem recorde de 49.823 novos casos de Covid-19 em 24 horas

                         A Espanha registrou nesta terça-feira (21) 49.823 contágios por Covid-19 em 24 horas, seu maior número desde o início da pandemia, enquanto a variante ômicron, mais contagiosa, representa quase metade dos novos casos, informou o Ministério da Saúde.

O último recorde de casos em 24 horas na Espanha, um dos países mais afetados na primeira onda da pandemia, era de 39.000 e foi alcançado há quase um ano, em 13 de janeiro.

Hoje, a incidência chegou a 695 casos por 100.000 habitantes em 14 dias. Além disso, a ômicron representou 47% dos novos casos registrados entre 6 e 12 de dezembro.

Com cerca de 47 milhões de habitantes, a Espanha registra um total de 5.585.054 contágios desde o início da pandemia.

O governo se reunirá nesta quarta-feira com as administrações regionais, que têm competência em matéria sanitária, para avaliar medidas adicionais para fazer frente à nova onda de propagação do vírus.

A Catalunha, uma das regiões mais populosas do país, anunciou hoje que pedirá à Justiça autorização para aplicar novas restrições, entre elas o toque de recolher entre 01h00 e 06h00 da manhã e o fechamento de discotecas a partir da noite de quinta-feira.

Nas últimas semanas, algumas autoridades regionais ampliaram o uso do passaporte sanitário para acesso a locais públicos.

A Espanha é um dos países com maior taxa de vacinação da Europa, com 89,7% da população maior de 12 anos totalmente vacinada. Além disso, o país foi um dos primeiros do continente a iniciar a vacinação de crianças de 5 a 11 anos, em 15 de dezembro.

A variante ômicron foi detectada pela primeira vez em novembro na África do Sul e tem se espalhado rapidamente por ser altamente contagiosa, o que levou diversos países a endurecer as restrições sanitárias.

A ômicron é agora dominante na Dinamarca, que também registrou um recorde de casos em 24 horas nesta terça-feira, enquanto nos Estados Unidos a variante Ômicron do novo coronavírus fez sua primeira vítima fatal, informou o serviço de saúde pública do Condado de Harris, no Texas, nessa segunda-feira (20). O homem tinha entre 50 e 60 anos de idade e não era vacinado, de acordo com informações da ABC News.

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terça-feira, 23 de novembro de 2021

Diretora da OMS diz que mundo está entrando em quarta onda de Covid-19

                          O mundo está entrando em uma quarta onda da pandemia do novo coronavírus. A avaliação é da diretora-geral adjunta de acesso a medicamentos e produtos farmacêuticos da Organização Mundial da Saúde (OMS), a brasileira Mariângela Simão. Ela abordou a situação da pandemia em conferência na abertura no Congresso Brasileiro de Epidemiologia.

“Estamos vendo a ressurgência de casos de Covid-19 na Europa. Tivemos nas últimas 24 horas mais de 440 mil novos casos confirmados. E isso que há subnotificação em vários continentes. O mundo está entrando em uma quarta onda, mas as regiões têm tido um comportamento diferente em relação à pandemia”, declarou Mariângela Simão.

Segundo ela, o vírus continua evoluindo com variantes mais transmissíveis. Mas em razão da vacinação houve uma dissociação entre casos e mortes, pelo fato da vacinação ter reduzido os óbitos decorrentes da Covid-19. Ela lembrou que a imunização reduz as hospitalizações mas não interrompe a transmissão.

A diretora avaliou que os novos picos na Europa se devem à abertura e flexibilização das medidas de distanciamento no verão, além do uso inconsistente de medidas de prevenção em países e regiões.

“O aumento da cobertura vacinal não influencia na higiene pessoal, mas tem associação com diminuição do uso de máscaras e distanciamento social. Além disso, há desinformação, mensagens contraditórias que são responsáveis por matar pessoas”, pontuou a diretora-geral adjunta da OMS.

Um problema grave, acrescentou, é a desigualdade no acesso às vacinas no mundo. “Foram aplicadas mais de 7,5 bilhões de doses. Em países de baixa renda, há menos de 5% das pessoas com pelo menos uma dose. Um dos fatores foi o fato de os produtores terem feito acordos bilaterais com países de alta renda e não estarem privilegiando vacinas para países de baixa renda”, analisou.

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domingo, 31 de outubro de 2021

Facebook passa a se chamar Meta para tentar se distanciar de 'má fama' das redes sociais

                      Acabou o mistério. Mark Zuckerberg divulgou, nesta quinta-feira (28), o novo nome da empresa Facebook, que passa a se chamar Meta. A revelação foi feita durante o Connect 2021, que reúne desenvolvedores de realidade aumentada e virtual, criadores de conteúdo, profissionais de marketing, entre outros, e foi apresentada pelo CEO. 

O evento virtual funcionou como mais um passo na consolidação do metaverso, a aposta da empresa de Zuckerberg para a próxima década. De acordo com comunicado oficial da companhia, “O foco da Meta será dar vida ao metaverso e ajudar as pessoas a se conectar com amigos e familiares, encontrar comunidades e fazer crescer seus negócios”. 

Isso quer dizer que, apesar da estrutura corporativa permanecer a mesma e a ‘Meta’ se dividirá em duas vertentes, uma com os aplicativos (Instagram, WhatsApp e o próprio Facebook) e outra com os Reality Labs, ou “laboratórios de realidade”.

"Quando comecei o Facebook, digitávamos principalmente textos em sites. Quando adquirimos telefones com câmeras, a internet se tornou mais visual e móvel. Conforme as conexões ficaram mais rápidas, o vídeo se tornou uma maneira mais rica de compartilhar experiências. Passamos do desktop para a web e para o celular; de texto a fotos e vídeos. Mas este não é o fim da linha", disse Zuckerberg em carta

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segunda-feira, 20 de setembro de 2021

'Se não quer se vacinar contra Covid, não incomode vindo a Nova York', diz prefeito a Bolsonaro

                         Prefeito de Nova York, o democrata Bill de Blasio afirmou nesta segunda-feira (20) que, se o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, não quer se vacinar contra a Covid-19, que "não incomode vindo" à cidade americana.

A crítica foi feita em meio à viagem do presidente brasileiro aos Estados Unidos para participar da Assembleia-Geral da ONU, onde discursará nesta terça-feira (21). A cidade tentou exigir que chefes de Estado e representações diplomáticas só participem do evento se estiverem vacinados, mas a ONU tem dito que não pode exigir isso dos líderes mundiais.

Nova York exige comprovante de vacinação para entrar em centros de eventos e restaurantes –o que resultou na imagem do presidente brasileiro comendo uma pizza na calçada, por exemplo.

Nesta segunda, Bill de Blasio elevou o tom e citou Bolsonaro nominalmente. "Nós devemos mandar uma mensagem a todos os líderes mundiais, incluindo, mais notavelmente o presidente do Brasil, Bolsonaro. Quem quer vir precisa estar vacinado. Se você não quer se vacinar, não incomode vindo", afirmou o prefeito americano.

A transmissão oficial da Prefeitura de Nova York ainda colocou uma foto de Bolsonaro com a legenda: "vacine-se". "Todos devem estar seguros juntos, ou seja, todos devem estar vacinados. A ampla maioria do pessoal das ONU e a ampla maioria dos Estados-membros estão fazendo a coisa certa", disse o prefeito.

De Blasio ressaltou que a cidade instalou um centro móvel de vacinação em frente à sede das Nações Unidas para imunizar os que participarem do evento. "Estamos felizes em vacinar todo mundo para manter esta cidade segura, para manter todo mundo que está envolvido seguro", disse.

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domingo, 4 de julho de 2021

Papa Francisco é internado para cirurgia no intestino

                             O Papa Francisco foi internado em um hospital de Roma, neste domingo (4), para uma cirurgia no intestino grosso. A informação foi divulgada pelo Vaticano, sem detalhes sobre o horário em que o procedimento ocorrerá.

A operação já estava agendada e busca reparar um estreitamento no cólon (estenose), que dificulta a passagem das fezes. Um novo boletim médico será divulgado quando a operação terminar.

Três horas antes do comunicado da Igreja Católica, o pontífice chegou a participar da tradicional cerimônia religiosa na Praça de São Pedro, onde reza aos domingos com seus seguidores.

Em seu discurso, o Papa Francisco informou que viajará em setembro para a Hungria e a Eslováquia, mas não mencionou que seria submetido à cirurgia no intestino.

sábado, 3 de julho de 2021

Para conter variante Delta, metade dos portugueses retorna ao toque de recolher

                 O avanço da variante Delta do coronavírus Sars-CoV-2 fez Portugal recuar mais uma vez nas medidas de desconfinamento.

Aproximadamente metade da população portuguesa será submetida a um toque de recolher noturno, das 23h às 5h do horário local, a partir desta sexta-feira (2).

O país superou, nesta semana, a marca de dois mil novos casos diários de Covid-19, alcançada pela última vez em fevereiro. Antes da chegada e do início da transmissão doméstica da variante Delta, o país apresentava médias diárias de 500 infectados.

O toque de recolher se aplica aos 45 municípios que apresentam as maiores taxas de contágio - a capital Lisboa está inclusa. Pelo segundo fim de semana consecutivo, também está proibido o acesso à área metropolitana da capital para moradores de outras regiões.

"Não estamos em um momento de alegar que a pandemia está sob controle", disse a ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva. "Precisamos seguir as regras, evitar aglomerações e conter os números.”

O país tem buscado acelerar sua campanha de vacinação. Pessoas maiores de 18 anos poderão tomar a primeira dose do imunizante a partir deste domingo (4). Atualmente, um terço dos portugueses está completamente imunizado (já tomou as duas doses ou a dose única da vacina).

O boletim mais recente da autoridade sanitária portuguesa, a Direção-Geral de Saúde, mostra que o país soma, desde o início da pandemia, 884.442 infectados e 17.108 mortes por Covid-19. A variante Delta, de acordo com dados do Our World in Data, já representa 74% das infecções em Portugal.

segunda-feira, 31 de maio de 2021

Chile aprova vacina da Pfizer para adolescentes de 12 a 16 anos

                     O Instituto de Saúde Pública (ISP) do Chile aprovou nesta segunda-feira (31) o uso da vacina Pfizer / BioNTech contra o coronavírus em pessoas entre 12 e 16 anos, que ainda não têm data para inclusão na campanha de inoculação em massa.

A Pfizer torna-se a primeira vacina a ser aprovada no Chile para menores, depois que o ISP avaliou positivamente seu uso em pessoas de 12 e 16 anos, apoiado por um estudo clínico entregue pela Food and Drug Administration dos Estados Unidos (FDA), a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) e a Health Canada.

“É uma notícia muito boa para avançar na imunidade de rebanho, protegendo também nossos adolescentes, que com duas doses e 14 dias terão uma imunidade muito boa para retomar a normalidade desejada”, disse Heriberto García, diretor do ISP, em nota.

O Chile autorizou o uso emergencial da vacina Pfizer / BioNTech em 16 de dezembro de 2020 para maiores de 16 anos. Oito dias depois, o programa de inoculação com equipe médica começou após a chegada das primeiras 10.000 doses.

A vacinação em massa começou em 3 de fevereiro com as vacinas Pfizer e Sinovac, começando com adultos mais velhos. Esta semana foi a vez dos jovens dos 23 aos 25 anos. 

Até a semana passada, o Chile havia recebido 3,6 milhões de doses da Pfizer e 17,1 milhões de doses da vacina Sinovac. A estas foram somadas 693.000 da Covax (Astrazeneca) e 300.000 da Cansino. 

O Chile avança com um processo de vacinação bem-sucedido com mais de 7,9 milhões de pessoas inoculadas com duas doses, o que representa 52,3% da população-alvo.

No dia 30 de junho, será cumprido o prazo prometido pelo presidente Sebastián Piñera para vacinar toda a população-alvo, cerca de 80% dos 19 milhões de habitantes do Chile.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

Estados Unidos chegam a 500 mil mortes pela Covid-19

                        Os Estados Unidos ultrapassaram nesta segunda-feira (22) as 500 mil mortes pela Covid-19, segundo levantamento da universidade Johns Hopkins. Às 18h50 (horário de Brasília), o site da instituição registrava 500.071 óbitos. O país é o mais afetado pelo coronavírus, liderando a lista de casos confirmados e óbitos pela doença.

Para homenagear o meio milhão de mortos, o presidente Joe Biden ordenou que todas as bandeiras sejam hasteadas a meio mastro nos prédios federais, e falou no final do dia, após participar de um minuto de silêncio e de uma solenidade na qual foram acendidas velas no jardim da Casa Branca.

"Peço aos americanos que lembrem dos que perdemos e dos que ficaram para trás", disse o presidente.

"Como nação, não podemos e não devemos permitir que isso continue", disse o presidente. "Temos que acabar com as políticas e a desinformação que dividiu famílias e comunidades".

"Devemos lutar contra isso juntos, como se fôssemos um, como os Estados Unidos da América", concluiu.

Há pouco mais de um mês, os EUA atingiram as 400 mil mortes, mas curva começa a frear com os primeiros efeitos do programa de vacinação em massa. Desde dezembro, os americanos vacinam a população contra a Covid-19, com as vacinas produzidas pelas farmacêuticas Pfizer/BioNTech e Moderna.

Mais de 61 milhões de pessoas foram vacinadas no país, cerca de 13% da população elegível. Com isso, o país registrou queda de 44% na média móvel de novos casos e de 35% na média de mortes. Os dados são do monitoramento do jornal "The New York Times".

A título de comparação, o Brasil vacinou 5,8 milhões de pessoas (2,7% da população) e ainda não teve efeitos claros na redução de curvas, como indica o consórcio de veículos de imprensa.