sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Eduardo Bolsonaro usa as redes sociais para criticar Exército


            Praticante de tiro esportivo e defensor aberto dos pleitos da categoria, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, usou as redes sociais nesta sexta-feira para atacar o Exército. O alvo do parlamentar é um ofício timbrado do Ministério da Defesa, assinado nesta semana, que traz orientações sobre o decreto recente do governo que facilitou a posse de armas de fogo no país.

O documento alerta a categoria de caçadores, atiradores e colecionadores (conhecidos pela sigla CAC) que o acervo bélico deles se destina somente a essas atividades e continua sendo proibido usá-lo para defesa pessoal. Embora protocolar, por limitar-se a lembrar os caçadores, atiradores e colecionadores de algo que está escrito na lei, o ofício foi suficiente para fazer explodir a ira de Eduardo nas redes.

Isso porque a classe tem suas armas registradas pelo Exército, que regulamenta regras e procedimentos a serem seguidos. Já os civis, que querem ter arma para se defender, devem procurar a Polícia Federal, que vai analisar a efetiva necessidade da posse. O ofício simplesmente lembrou à categoria que nada havia mudado nas regras, apesar do decreto de Bolsonaro. Em outras palavras, se caçadores, atiradores e colecionadores quiserem ter arma para defesa pessoal, terão de seguir os passos previstos no decreto.

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