sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Fenaj defende democracia e critica 'fascismo emergente'


            A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) publicou uma nota na quinta-feira (11) sobre a eleição presidencial em defesa da democracia e contra o fascismo emergente. Segundo o texto, a disputa "não se dá entre dois projetos democráticos, mas entre uma candidatura que respeita a institucionalidade e o jogo democrático e outra que representa uma regressão política e até mesmo civilizatória". A crítica se dirige a declarações do candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL), sobre grupos como mulheres, negros, LGBTIs, entre outros grupos. 

"Além de um dever cívico, é também uma obrigação ética dos jornalistas posicionarem-se contra um candidato a presidente da República que faz apologia da violência, não reconhece a história do país, elogia torturadores, derrama ódio, sobre negros, mulheres, LGBTIs, índios e pobres e ainda promete combater o ativismo da sociedade civil organizada. Esse candidato é Jair Bolsonaro, do PSL." 

O texto afirma que o postulante faz uma "campanha despolitizada, assentada em valores morais, família e religião", mas representa, na verdade, os que não se conformaram com a redemocratização e com os avanços sociais ocorridos na última década". "Bolsonarorepresenta os que temem a democracia e a organização do povo; fala em nome daqueles que não se incomodam com privilégios nem com a corrupção e que não se constrangem com o uso da força onde e quando julgarem necessário."

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