terça-feira, 26 de junho de 2018

Vereadora Luiza Margarida tenta explicar porque votou contra projeto que beneficiava professores


           Depois de votar contra o projeto de lei apresentado pela vereadora Zirleide Monteiro (PTB) que garante os 60% dos precatórios do Fundef para os professores da rede municipal de ensino, aprovado por sete dos dez vereadores, a vereadora Luiza Margarida (PMDB) acabou dizendo o que já teria dito anteriormente.

Ao tecer críticas indiretas ao site a Folha das Cidades que postou a matéria afirmando o voto contrário da vereadora contra o PL que beneficiava os professores, dizendo que “blogueiros disseram que eu era contra o professor”, a vereadora reafirmou que votou contra o projeto por considerar inconstitucional (?).

“É inconstitucional...Conversei com diferentes advogados (Só foi um, de Pesqueira). Poderia votar se o ‘Poder Executivo’ tivesse enviado para esta casa. Vai continuar a favor dos professores”, disse a vereadora que votou contra o projeto que beneficiava os professores. Ou seja, se o projeto tivesse sido enviado pela prefeita Madalena Britto (PSB), ele seria “constitucional”. Segundo a presidente da casa, Célia Galindo (PSB), o projeto tem toda a validade e justificativa e ainda garante a fiscalização desses recursos por parte da Câmara. “Se a prefeita considerar inconstitucional, então vete o projeto”, disse a presidente.

Pelo visto no linguajar da vereadora Luiza Margarida é “inconstitucional” projeto que vem da oposição e é aprovado pela Câmara e é “constitucional” o que a prefeita mandar ela votar (?). Lembrando que o projeto garante o pagamento dos 60% assim que o pleno do Supremo Tribunal Federal definir que é legal o repasse, que é de direito, aos professores. Algo que a vereadora ao votar contra o projeto que beneficiava os professores não deve ter atentado. Calma vereadora, “atentado” é de leitura, não é de terrorismo.

Por fim, segundo a parlamentar que assumiu a função de sub-líder do governo, os tais blogs (somente esse) estariam “tentando jogar” ela contra a população e os professores. Não precisa! O voto contra os interesses dos professores não pode ser considerado, nunca, nem monocraticamente, nem no pleno do Supremo, um voto favorável aos professores. Foi contra mesmo.

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